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dc.contributor.advisorCosteski, Evanildo-
dc.contributor.authorSoares, Daniel Benevides-
dc.date.accessioned2015-02-20T13:06:02Z-
dc.date.available2015-02-20T13:06:02Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationSoares, D. B.; Costeski, E. (2015)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/10684-
dc.descriptionSOARES, Daniel Benevides. O mal radical como violência em Eric Weil. 2015. 114f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Filosofia, Fortaleza (CE), 2015.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.teses.ufc.brpt_BR
dc.subjectViolencept_BR
dc.subjectRaisonpt_BR
dc.subjectViolência - Filosofiapt_BR
dc.subjectMal radicalpt_BR
dc.subjectWeil, Eric (1904-1977)pt_BR
dc.titleO mal radical como violência em Eric Weilpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrO conceito de violência para Eric Weil não se resume a um dado ligado a agressão. Violência aqui é o outro da razão, a negação do sentido e, enquanto tal, ela, ao passo que nega o universal e a conduta sensata impõe os limites da razão. Falar da razão e da sua luta com a violência implica em uma opção pela razão, pois a compreensão se dá no âmbito da razão. Compreender o evento do mal como uma forma de violência, portanto, implica em fazê-lo do ponto de vista da razão, como um fenômeno moral. Abordada por ciências distintas e tomada em diferentes sentidos semânticos, a violência em Weil não é, também, conceito desprovido de uma pluralidade de formas: violência pura, violência natural, violência interior, etc. Todas essas manifestações são objeto de consideração e ocupam o pensamento do autor. Tema de debate filosófico e teológico há bastante tempo, o mal também é reconhecido por Weil no seu espectro plural: mal do indivíduo, mal do Estado. Nosso objetivo é situar o mal radical, trabalhado por Weil a partir de Kant, como uma forma de violência específica no pensamento do autor, a violência passional.pt_BR
dc.title.enLe mal radical chez violence dans Eric Weilpt_BR
dc.description.abstract-frLe concept de la violence à Eric Weil n'est pas seulement une donnée liée à l'agression. La violence est l'autre de la raison, le refus de sens et comme telle elle, tout en niant l'universel et la conduite raisonnable impose les limites de la raison. En parlant de la raison et de sa lutte contre la violence implique une option pour la raison parce que la compréhension se fait dans des limites raisonnables. Comprendre l'événement du mal comme une forme de violence, par conséquent, implique de le faire du point de vue de la raison, comme un phénomène moral. Adressée par différentes sciences et prises à différentes valeurs sémantiques, la violence dans Weil n'est pas non plus dénuée de plusieurs formes notion: la violence pure, la violence naturel, la violence de l'intérieur, etc. Toutes ces manifestations sont l'objet de considération et occupent les pensées de l'auteur. Mot de débat philosophique et théologique pendant une longue période, le mal est également reconnu par Weil dans le spectre pluriel: le mal de líndividu, le mal de l’État. Notre objectif est de situer le mal radical, pour Weil a travaillé à partir de Kant, comme une forme spécifique de violence dans la pensée de l'auteur, la violence passionnée.pt_BR
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