Please use this identifier to cite or link to this item: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/13209
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorSantos, Walberto Silva dos-
dc.contributor.authorSousa, Emanuela Maria Possidônio de-
dc.date.accessioned2015-08-28T14:13:51Z-
dc.date.available2015-08-28T14:13:51Z-
dc.date.issued2015-
dc.identifier.citationSOUSA, E. M. P.; SANTOS, W. S. (2015)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/13209-
dc.descriptionSOUSA, Emanuela Maria Possidônio de. A intenção comportamental no contexto do trânsito: uma análise a partir da Teoria da Ação Planejada. 2015. 120f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-graduação em Psicologia, Fortaleza (CE), 2015.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherwww.teses.ufc.brpt_BR
dc.subjectIntentionpt_BR
dc.subjectTheory of Planned Actionpt_BR
dc.subjectMotoristas - Fortaleza(CE) - Atitudespt_BR
dc.subjectDireção de veículos a motor - Fortaleza(CE) - Aspectos psicológicospt_BR
dc.subjectTrânsito - Infrações - Fortaleza(CE)pt_BR
dc.subjectIntençãopt_BR
dc.titleA intenção comportamental no contexto do trânsito: uma análise a partir da Teoria da Ação Planejadapt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.description.abstract-ptbrEsse estudo teve por objetivo predizer a intenção comportamental de motoristas considerando as variáveis da Teoria da Ação Planejada. Para tanto, estruturaram-se dois estudos. No Estudo 1, elaborou-se a Escala de Comportamentos no Trânsito; e no Estudo 2, testou-se a influência das atitudes, das normas subjetivas e da percepção de controle na intenção. No primeiro estudo, procederam-se com três etapas empíricas. Na primeira, realizou-se levantamento dos comportamentos infratores descritos no Código de Trânsito Brasileiro e distribuíram-se aleatoriamente as infrações em cinco tipos de questionários, contando com 44 itens em cada versão. Em seguida, procedeu-se a coleta de dados, que contou com 271 pessoas da população geral de Fortaleza (CE), com idades entre 18 e 80 anos (m = 34,7; dp = 13,8), a maioria homens (53,2%), solteiros (48,3%) e condutores de carro (69,7%), que responderam a versão preliminar da escala. Perguntou-se aos condutores se conheciam as situações descritas e com que frequência aconteciam em Fortaleza, utilizando uma escala de 5 pontos (1 = Nunca a 5 = Sempre); caso o participante não entendesse o item, deveria marcar “Não entendo” (opção “0”). As análises foram efetuadas no SPSS. Avaliou-se o poder discriminativo dos itens e calculou-se a frequência de respostas, agrupando-as em: “Baixa Frequência” (respostas de 0 a 2) e “Alta Frequência” (respostas de 3 a 5). Desse modo, consideraram-se para a próxima etapa apenas os itens que apresentaram poder discriminativo e “Alta Frequência” acima de 50%. Na etapa II, revisou-se o conteúdo dos itens selecionados anteriormente e realizou-se uma análise de juízes. Ao final dessas avaliações, foram mantidos 49 itens (40 referentes a comportamentos de motoristas de carro e de motocicleta, 4 específicos de carro e 5 específicos de motocicleta). Na etapa III, participaram 248 usuários do Facebook, a maioria entre 18 e 25 anos (58,2%), mulheres (53,7%), solteiras (77,0%) e condutoras de carro (76,6%). Para as análises, foram consideradas apenas as respostas dos motoristas de carro, devido ao reduzido número de participantes das outras categorias de habilitação. Calcularam-se as estatísticas descritivas e realizou-se Teste t de Student (poder discriminativo dos itens). Os resultados indicaram que 24 itens discriminaram significativamente os grupos critérios. Ademais, os valores do KMO e do Teste de Esfericidade de Bartlett foram satisfatórios. Realizou-se uma análise de Componentes Principais, com rotação oblimim, considerando os critérios de Kaiser e Cattell. Constatou-se estrutura de dois fatores (comportamentos infratores e prossociais no trânsito). No Estudo 2, participaram 226 pessoas da população geral de Fortaleza (CE), com idades entre 18 e 86 anos (m = 31,07; dp = 11,72), a maioria homens (66,1%), solteiros (60,5%), com ensino superior completo (37,8%) e condutores de carro (60,5%). Os resultados demonstraram que a percepção de controle foi o preditor mais significativo da intenção. Não obstante algumas limitações, ressalta-se que os objetivos foram alcançados, sendo propostos estudos futuros que contribuam para a predição dos comportamentos dos motoristas.pt_BR
dc.title.enBehavioral intention in traffic: an analysis from the Planned Action Theorypt_BR
Appears in Collections:PPGP - Dissertações defendidas na UFC

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2015_dis_empsousa.pdf2,39 MBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.