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dc.contributor.authorSimonassi, Andrei Gomes-
dc.date.accessioned2012-01-13T19:35:09Z-
dc.date.available2012-01-13T19:35:09Z-
dc.date.issued2006-12-
dc.identifier.citationSIMONASSI, Andrei G. Estimando a taxa de retorno livre de risco no Brasil. ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA, 34., 2006, Salvador. Anais... Salvador: ANPEC, 2006.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1544-
dc.description.abstractBased on quarterly data for the period 1994.1-2005.3 of the 74 main types of stocks negotiated in Brazil, and making use of stochastic factor estimation technique proposed by AIF(2005) it was aimed to estimate the return rate for what would be a risk free rate in Brazil. The estimates obtained from the stochastic discount factor estimation shown to be very consistent with tests of assets pricing, even for those non-sampled points. Moreover, was veri ed a correlation of 0,69 between the estimated return risk free rate and the SELIC rate. In spite of such strong relationship, the rate obtained from the estimador proposed by AIF (2005) was below that of SELIC, although the decreasing pattern of gap between those rates allows supporting the argument that the stability of brazilian economy, and the correspondent reduction in the so called Brazil risk contributed with the spread paid for by the country. Nonetheless, given the relationship between the stochastic factor estimation and the marginal tax of substitution over time stated by modern theory of assets pricing, the high values attached for the rates free from risk still allow inferring that the overvalued interest rates in the brazilian market reveals the investors behavior in the national nancial market.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEncontro Nacional de Economiapt_BR
dc.relation.ispartofseries34;-
dc.subjectMicroeconomiapt_BR
dc.subjectMétodos Quantitativospt_BR
dc.subjectRiscopt_BR
dc.titleEstimando a taxa de retorno livre de risco no Brasilpt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA partir de dados trimestrais para as 74 principais ações negociadas no Brasil no período 1994-1 a 2005-3 e da técnica de estimação do fator estocástico de desconto proposta por AIF(2005) buscou-se, neste artigo, estimar a taxa de retorno para o que seria um ativo livre de risco no Brasil. Os resultados obtidos para as estimativas do fator estocástico de desconto mostraram- se consistentes com testes de apreçamento de ativos, mesmo para os não pertencentes à amostra utilizada. Concomitantemente, foi veri cada uma correlação de 0,69 entre a taxa de retorno livre de risco estimada e a SELIC. A despeito deste forte atrelamento, a taxa obtida a partir do estimador pro- posto por AIF (2005) mostrou-se aquém da SELIC praticada ao longo do período analisado, muito embora a tendência decrescente veri cada para o hiato entre essas duas taxas permita corroborar o argumento de que a estabilidade da economia brasileira e a respectiva redução do chamado "risco Brasil"contribuíram com a redução do spread pago pelo país. Não obstante, dada a relação entre o fator estocástico de desconto e a taxa marginal de substituição intertemporal veri cada na moderna teoria de apreçamento de ativos, os elevados valores obtidos para as taxas livres de risco permitem ainda inferir que os juros extorcivos praticados no Brasil representam nada mais que o re exo do comportamento no mercado nanceiro nacional.pt_BR
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