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dc.contributor.authorPortácio, Denílson Albano-
dc.date.accessioned2016-05-02T12:49:28Z-
dc.date.available2016-05-02T12:49:28Z-
dc.date.issued1998-
dc.identifier.citationPORTÁCIO, D. A. (1998)pt_BR
dc.identifier.issn0101-8051-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/16533-
dc.descriptionPORTÁCIO, Denílson Albano. O criado mudo: a arqueologia de uma personagem. Revista de Letras, Fortaleza, v. 20, n. 1/2, p. 23-29, jan./dez. 1998.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Letraspt_BR
dc.subjectLiteraturapt_BR
dc.subjectPós-modernidadept_BR
dc.subjectRomancept_BR
dc.subjectEdgar Telles Ribeiropt_BR
dc.subjectPersonagempt_BR
dc.subjectArqueologiapt_BR
dc.titleO criado mudo: a arqueologia de uma personagempt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrConstatou-se, através de uma análise à luz da contemporaneidade, a existência de elementos pós-modernos no romance O Criado Mudo de Edgar Telles Ribeiro. Sobretudo, quando se sabe que a contemporaneide se caracteriza pela multiplicidade de ações, pela indiferença, por um novo imaginário e pela convivência democrática e simultânea de diversas linguagens. O Criado Mudo apresenta uma narrativa em consonância com o nosso tempo. Nele, nada está totalmente pronto, tudo está inacabado e por construir. O leitor, envolvido pelo jogo que aos poucos se revela, torna-se parceiro inseparável desse jogo. São vários os narradores que conduzem a narrativa através do fio da meada que tenta reconstruir a história de Guilhermina, a personagem protagonista. O leitor, envolto numa teia de fios, mergulha juntamente com os narradores na arqueologia dessa personagem. A narrativa fragmentada e a presença de várias vozes para narrarem a história privilegiam o pastiche, conduzindo o enredo como se montasse o roteiro de um filme ou compusesse uma partitura musical, fazendo desse romance, um exercício neobarroco e, logicamente, mais um exemplo de escritura pós-moderna.pt_BR
dc.description.abstract-frNous avons constaté, au moyen d’une analyse fondée sur la contemporanéité, l’existence d’éléments postmodernes dans le roman O Criado Mudo de Edgar Telles Ribeiro, surtout si l’on considère que la contemporanéité se caractérise par une multiplicité d’actions, par l’indifférence, par un nouveau imaginaire et par la présence démocratique et simultanée de divers langages. O Criado Mudo présente une structure narrative compatible avec notre époque. Rien n’y est totalement achevé, tout y est à construire. Le lecteur devient un partenaire inséparable dans ce jeu qui le prend et qui se révèle petit. Plusieurs narrateurs conduisent le récit à travers le fil qui tente de reconstruire l’histoire de Guilhermina, le personnage principal. Le lecteur, pris dans un réseau de fils plonge avec les narrateurs dans l’archéologie de ce personnage. Le récit fragmenté et la présence de plusieurs voix pour ranconter l’histoire privilégie le pastiche et conduisent l’intrigue comme si on montait un scénario de film ou composait une partition musicale. Cela fait de ce roman un exercice néo-barroque e, évidemment, un exemple d’écriture post-moderne.pt_BR
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