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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorMoreira, Adriana Cristina-
dc.contributor.authorLourenção, Luciano Garcia-
dc.contributor.authorSassaki, Natália Sperli Geraldes Marin Santos-
dc.contributor.authorGazetta, Claudia Eli-
dc.contributor.authorVendramini, Silvia Helena Figueiredo-
dc.contributor.authorSantos, Maria de Lourdes Sperli Geraldes-
dc.date.accessioned2016-07-14T16:26:58Z-
dc.date.available2016-07-14T16:26:58Z-
dc.date.issued2016-05-
dc.identifier.citationMOREIRA, A. C. et al. Mortality risk associated with blood sugar levels in patients with septicemia in Intensive Care. Rev Rene, Fortaleza, v. 17, n. 3, p. 324-9, may./jun. 2016.pt_BR
dc.identifier.issn1517-3852 Impressa-
dc.identifier.issn2175-6738 On line-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/18336-
dc.description.abstractObjective: to estimate the mortality risk associated with blood sugar levels in patients with septicemia in an Intensive Care Unit. Methods: this is a retrospective cohort study, performed with 263 patients with septicemia admitted to an intensive care unit, using the hospital management system data. Results: there was a higher frequency of patients aged from 14 to 59 years old (52.1%), male (55.9%), white (85.9%) of clinical specialties (65.8%); the hospitalization period ranged from 2 to 132 days; 91.6% of patients (n=241) were hyperglycemic at the time of hospitalization. There were 37 (14.1%) deaths, more frequent in patients with hyperglycemia during hospitalization (1.49 deaths/1,000 patients). Conclusion: hyperglycemia was a risk factor for mortality in patients admitted to the Intensive Care Unit.pt_BR
dc.language.isoenpt_BR
dc.publisherRev Renept_BR
dc.subjectHiperglicemiapt_BR
dc.subjectSepsept_BR
dc.subjectMortalidadept_BR
dc.titleMortality risk associated with blood sugar levels in patients with septicemia in Intensive Carept_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.description.abstract-ptbrObjetivo : estimar o risco de mortalidade associado aos níveis glicêmicos em pacientes com septicemia em uma Unidade de Terapia Intensiva. Métodos : estudo de coorte retrospectivo com 263 pacientes com septicemia internados em uma unidade de terapia intensiva, utilizando dados do sistema de gestão hospitalar. Resultados: houve maior frequência de pacientes na faixa etária de 14 a 59 anos (52,1%), sexo masculino (55,9%), raça branca (85,9%), de especialidades clínicas (65,8%); o período de internação variou de 2 a 132 dias; 91,6% dos pacientes (n=241) estavam hiperglicêmicos no momento da hospitalização. Ocorreram 37 (14,1%) óbitos, sendo mais frequentes nos pacientes que apresentaram hiperglicemia na hospitalização (1,49 óbitos/1000 pacientes). Conclusão: a hiperglicemia mostrou-se fator de risco para mortalidade em pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva.pt_BR
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