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dc.contributor.advisorCavada, Benildo Sousa-
dc.contributor.authorSimões, Rafael da Conceição-
dc.date.accessioned2016-08-02T20:14:03Z-
dc.date.available2016-08-02T20:14:03Z-
dc.date.issued2011-
dc.identifier.citationSIMÕES, R. C. (2011)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/18852-
dc.descriptionSIMÕES, Rafael da Conceição. Caracterização de lectinas de leguminosas por espectrometria de massa. 2011. 91 f. Dissertação (Mestrado em Bioquímica) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza-CE, 2011.pt_BR
dc.description.abstractMass spectrometry is a technique widely used in all prod uctive sectors. Since the late '80s with the emergence of soft ionization techniques, mass spectrometry has been widely disseminated in the analysis of biopolymers such as fatty acids, nucleic acids, oligosaccharides and especially proteins. Lectins are proteins of nonimmune origin that have at least one specific and reversible binding carbohydrate domain, without the ability to modify them. These proteins are widely distributed in nature. Lectins isolated from seeds of legumes are among the most studied and have high homology degree, being an important molecular marker of evolution in this clade. This study aimed to characterize some legume lectins by m ass spectrometry. Lectin EVA and LAA with 240 and 237 amino acid residues respectively, were analyzed for native mass and sequence of amino acids determined, showing a high degree of homology with other legume lectins. Lectin ConGF, a ConA-like, was analyzed for protein content in the crystal. Was determined that bot h mature chain and proteolytic fragments are present to form crystal, which indicates no difference between the chains structure covalently linked together by weak interactions. The partial sequence shows that ConGF has several structural features within the subtribe Diocleinae. All results demonstrate that mass spectrometry is a versatile and robust tool for characterizing proteins and can be successfully used to obtain structural information of lectins.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectBioquimicapt_BR
dc.subjectEspectrometria de massapt_BR
dc.subjectLectinapt_BR
dc.subjectLeguminosapt_BR
dc.subjectLAApt_BR
dc.subjectEVApt_BR
dc.subjectConGFpt_BR
dc.subjectMass spectrometrypt_BR
dc.subjectLeguminoseaept_BR
dc.subjectLectinpt_BR
dc.subjectEVApt_BR
dc.subjectLAApt_BR
dc.subjectConGFpt_BR
dc.subjectEspectrometria de massaspt_BR
dc.subjectLectinas de plantas - Isolamento e purificaçãopt_BR
dc.subjectLectinas - Químicapt_BR
dc.titleCaracterização de lectinas de leguminosas por espectrometria de massapt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.description.abstract-ptbrA espectrometria de massa é uma técnica amplamente utilizada em todos os setores produtivos. Desde o final dos anos 80 com o surgimento de técnicas de ionização brandas, a espectrometria de massa vem sendo amplamente difundida na análise de biopolímeros como ácidos graxos, ácidos nucléicos, oligossacarídeos e principalmente proteínas. Lectinas são proteínas de origem não imune que possuem pelo menos um domínio de ligação específica e reversível a carboidratos, sem a capacidade de modificá-los. Estas proteínas são amplamente distribuídas na natureza. As lectinas isoladas de sementes de leguminosas estão entre as mais estudadas e possuem alta homologia, sendo importantes marcadores moleculares da evolução dentro desta família vegetal. Este trabalho teve como objetivo caracterizar lectinas da família Leguminosae através de espectrometria de massa. As lectinas de Erythrina velutina (EVA) e Luetzelburgia auriculata (LAA) com 240 e 237 resíduos de aminoácidos respectivamente foram analisadas quanto a massa molecular nativa e foi determinada a sequencia de aminoácidos. As estruturas primárias mostraram alto grau de homologia com outras lectinas de leguminosas. A lectina ConGF, uma ConA-Like, foi analisada quanto ao conteúdo protéico do cristal. O cristal está composto da cadeia madura alfa e seus os fragmentos proteolíticos, o que indica não haver diferença entre a estrutura ligada covalentemente e as cadeias unidas por interações fracas. A sequência parcial demonstra que ConGF possui características estruturais da subtribo Diocleinae. Todos os resultados demonstram que a técnica de espectrometria de massa é uma ferramenta versátil e robusta para caracterização de proteínas e pode ser usada com sucesso para obtenção de informações estruturais de lectinas.pt_BR
dc.title.enCaracterizaton of Legume lectins by Mass Spectrometrypt_BR
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