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dc.contributor.authorSantos, Thayna Nogueira dos-
dc.contributor.authorDuarte, Fernando Barroso-
dc.contributor.authorMaia Filho, Pedro Aurio-
dc.contributor.authorSantos, Talyta Ellen de Jesus dos-
dc.contributor.authorBarbosa, Maritza Cavalcante-
dc.contributor.authorAlmeida Filho, Tarcísio Paulo de-
dc.contributor.authorCavalcanti, Bruno Coelho-
dc.contributor.authorVasconcelos, Paulo Roberto leitão de-
dc.contributor.authorDutra, Luana Leticia-
dc.contributor.authorLopes, Germison Silva-
dc.contributor.authorCosta, Franciclea Oliveira-
dc.contributor.authorLeitão, João Paulo Vasconcelos-
dc.contributor.authorKaufman, Jacques-
dc.contributor.authorAraújo, Beatriz Stella Pitombeira-
dc.contributor.authorBarroso, Karine Sampaio Nunes-
dc.contributor.authorLemes, Romélia Pinheiro Gonçalves-
dc.identifier.citationSANTOS, T. N. dos et al. Association of oxidative stress and DNA damage with grafting time in patients with multiple myeloma and lymphoma submitted to autologous hematopoietic stem cell transplantation. Rev. Assoc. Med. Bras., São Paulo, v. 62, supl. 1, p. 39-43, 2016.pt_BR
dc.identifier.issn0104-4230 Print-
dc.identifier.issn1806-9282 On line-
dc.descriptionSANTOS, Thayna Nogueira .pt_BR
dc.description.abstractThe aim of the study was to investigate the association between oxidative stress and DNA damage with grafting time in patients submitted to autologous hematopoietic stem-cell transplantation (HSCT). The study included 37 patients submitted to autologous HSCT diagnosed with Multiple Myeloma (MM) and lymphoma (Hodgkin’s and non-Hodgkin’s). Biomarkers of oxidative stress and DNA damage index (DI) were performed at baseline (pre-CR) of the disease and during the conditioning regimen (CR), one day after the HSCT, ten days after HSCT and twenty days after HSCT, as well as in the control group consisting of 30 healthy individuals. The outcomes showed that both groups of patients had an hyperoxidative state with high DI when compared to baseline and to the control group and that the CR exacerbated this condition. However, after the follow-up period of the study, this picture was re-established to the baseline levels of each pathology. The study patients with MM showed a mean grafting time of 10.75 days (8 to 13 days), with 10.15 days (8 to 15 days) for the lymphoma patients. In patients with MM, there was a negative correlation between the grafting time and the basal levels of GPx (r = -0.54; p = 0.034), indicating that lower levels of this important enzyme are associated with a longer grafting time. For the DI, the correlation was a positive one (r = 0.529; p = 0.030). In the group with lymphoma, it was observed that the basal levels of NOx were positively correlated with grafting time (r = 0.4664, p = 0.032). The data indicate the potential of these biomarkers as predictors of toxicity and grafting time in patients with MM and Lymphomas submitted to autologous HSCT.pt_BR
dc.publisherRevista da Associação Médica Brasileirapt_BR
dc.subjectEstresse Oxidativopt_BR
dc.subjectDano ao DNApt_BR
dc.subjectMieloma Múltiplopt_BR
dc.titleAssociation of oxidative stress and DNA damage with grafting time in patients with multiple myeloma and lymphoma submitted to autologous hematopoietic stem cell transplantationpt_BR
dc.description.abstract-ptbrO objetivo do estudo foi investigar a associação entre estresse oxidativo e dano ao DNA com o tempo de enxertia em pacientes submetidos ao transplante de células-tronco hematopoéticas autólogo (TCTH). Participaram do estudo 37 pacientes submetidos ao TCTH autólogo com diagnóstico de mieloma múltiplo (MM) e Linfomas (Hodgkin e não Hodgkin). Biomarcadores de estresse oxidativo e índice de dano ao DNA (ID) foram determinados no estado basal (Pré-RC) das doenças e durante o regime de condicionamento (RC), um dia após o TCTH, dez dias após o TCTH e vinte dias após o TCTH e no grupo controle composto por 30 individuos saudáveis. Os resultados demonstraram que os dois grupos de pacientes apresentaram um estado hiperoxidativo com elevado ID quando comparados ao estado basal e ao grupo controle e que o RC exacerbou essa condição. No entanto, após o tempo de acompanhamento do estudo, esse quadro foi reestabelecido ao estado basal de cada patologia. Os pacientes do estudo com MM apresentaram uma média do tempo de enxertia de 10,75 dias (8 a 13 dias), e de 10,15 dias (8 a 15 dias) para o grupo Linfoma. Nos pacientes com MM houve uma correlação negativa entre o tempo de enxertia e os níveis basais de GPx (r=-0,54; p=0,034), indicando que níveis mais baixos de GPx estão relacionados a um maior tempo de enxertia, e para o ID, a correlação foi positiva (r=0,529; p=0,030). No grupo com Linfoma, observou-se que os níveis basais de NOx correlacionaram-se positivamente com o tempo de enxertia (r= 0,4664; p=0,032). Os dados apontam para o potencial desses biomarcadores como preditores da toxicidade e do tempo de enxertia em pacientes com MM e Linfomas submetidos ao TCTH autólogopt_BR
dc.title.enAssociação do estresse oxidativo e dano ao DNA com o tempo de enxertia em pacientes com mieloma múltiplo e linfomas submetidos a transplante autólogo de células-tronco hematopoéticaspt_BR
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