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dc.contributor.advisorAlmeida, José Carlos Silva de-
dc.contributor.authorAlcântara, Alexandre de Oliveira-
dc.date.accessioned2017-06-01T10:52:16Z-
dc.date.available2017-06-01T10:52:16Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationAlcântara, A. O.; Almeida, J. C. S. (2013)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/22958-
dc.descriptionALCÂNTARA, Alexandre de Oliveira. O elogio da velhice no De senectute de Marco Túlio Cícero. 2013. 122f. – Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-Graduação em Filosofia, Fortaleza (CE), 2013.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectCiceropt_BR
dc.subjectEstóicospt_BR
dc.subjectÉticapt_BR
dc.subjectOld agept_BR
dc.subjectYouthpt_BR
dc.titleO elogio da velhice no De senectute de Marco Túlio Cíceropt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA possibilidade de uma vida longa, para um grande número de pessoas, é uma conquista recente da humanidade. Tal êxito ocorreu mediante um gradual e constante avanço da tecnologia, principalmente, médico-sanitária. No âmbito filosófico, é preciso ressaltar que, já na Antiguidade, a reflexão sobre o envelhecimento se fez presente. Marco Túlio Cícero (106- 43 a.C.) escreveu De senectute ou Catão, o Velho. A presente dissertação é um exercício de reflexão sobre os conceitos de velhice conveniente e inconveniente, expostos no discurso de defesa dessa fase da vida contra as acusações que lhe são dirigidas. De Senectute é dedicada, por Cícero, ao seu amigo Tito Pompônio Ático, recém-chegado de Atenas. Cícero sugere o tema da velhice, pois ambos estão vivenciando essa fase da vida. A estrutura da obra é em forma de um diálogo entre o idoso Marco Catão (considerado modelo máximo da cultura romana) e os jovens homens públicos Lélio e Cipião. São discutidos os conceitos de velhice e juventude convenientes ou conforme à natureza e o seu oposto, a velhice e juventude inconvenientes. O De Senectute é uma bússola a guiar jovens e velhos no exercício de uma vida feliz e em harmonia com a natureza, afastando-os do conflito de gerações. O discurso de Catão revela que não viver de acordo com a natureza, respeitando o conveniente de cada uma das etapas da vida gera o conflito de gerações, e o consequente medo da marginalização social e política dos velhos. Segundo Catão, a velhice é acusada de ser uma fase da vida deplorável pelos seguintes motivos: a) afasta o homem dos negócios; b) torna o corpo mais sujeito a doenças; c) priva o homem de quase todos os prazeres e d) não está muito distante da morte. Catão produziu, então, a defesa da velhice e, pela lógica de sua argumentação, há a possibilidade de uma velhice feliz, que dependerá de como cada homem constrói o seu percurso de vida, pois a velhice digna é uma construção que exige muito esforço, bem como, uma praxis e uma relação virtuosa entre jovens e velhos, todos aceitando os ditames da natureza para viverem a excelência de suas idades. Na concepção estoica de Cícero, a velhice deve ser aceita por todos, pois é uma determinação da natureza. De senectute permanece como obra fundamental para se pensar as condições da velhice no mundo contemporâneo.pt_BR
dc.title.enThe praise of old age in The Senectute of Marcus Tullius Ciceropt_BR
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