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dc.contributor.authorDiniz, Marcelo Bentes-
dc.contributor.authorArraes, Ronaldo de Albuquerque e-
dc.date.accessioned2012-03-22T20:12:05Z-
dc.date.available2012-03-22T20:12:05Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationDINIZ, Marcelo B.; ARRAES, Ronaldo Albuquerque e. Novas evidências para as taxas de pobreza dos estados brasileiros. FORUM BNB DE DESENVOLVIMENTO / ENCONTRO REGIONAL DE ECONOMIA, 11., 2006, Fortaleza. Anais...Fortaleza: 2006.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/2340-
dc.description.abstractThis article aims to verify the possibility of overestimation in the calculation of the poverty rate, proportion of poor people, in Brazil, as compared to other results found in the literature. For doing this, two simulations are accomplished, where the first one considers the per capita household income of the Brazilian states accounted for both the urban and rural areas, according to the division adopted by the National Household Survey - PNAD (2002), which is taken as reference in the analysis. In the second simulation, also at state level, it is analyzed the poverty rate for the urban population only. Distinct poverty lines were adopted in each simulation, so that it allowed comparing the two estimates with the results in general accepted by the literature, as the one of Rocha (2004) and IPEADATA. The methodology was conducted under rigid statistical criteria in order to guide to an optimum choice of the density function with the best fitness of the income distribution of the population. Integration of such function to the limit of poverty line should provide the correct poverty rate. The inference on the results indicates that there have been overestimations in great magnitude of the poverty rate as pointed out by other studies. Also, the rate is negatively and positively correlated to PIB and income distribution, respectively, of the state.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherForum BNB de Desenvolvimento / Encontro Regional de Economiapt_BR
dc.relation.ispartofseries11;-
dc.subjectPobrezapt_BR
dc.subjectDistribuição de Rendapt_BR
dc.titleNovas Evidências para as taxas de pobreza dos estados brasileirospt_BR
dc.typeArtigo de Eventopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste artigo tem como objetivo verificar a possibilidade de haver superestimação no cálculo da taxa de pobreza, ou proporção de pobres, no Brasil, de acordo com a literatura. Para tanto, são realizadas duas simulações onde, na primeira, considera-se a renda domiciliar per capita para a população dos estados, compreendendo tanto a área urbana quanto a rural, dentro da divisão adotada pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD (2002), tomada como referência na análise. Na segunda simulação, também a nível estadual, verifica-se apenas a pobreza inserida no espaço urbano. Foram adotadas distintas linhas de pobreza em cada simulação, tal que se pudesse contrastar as duas estimativas com resultados, em geral, aceitos pela literatura, como os de Rocha (2004) e IPEADATA. O artigo contribui em utilizar uma metodologia norteada sob critérios estatísticos rígidos que denotassem a escolha ótima da função densidade que melhor se ajustasse à distribuição de renda da população, de onde extrai-se a taxa de pobreza. A inferência sobre os resultados indicam, com robustez estatística, haver superestimação em grande magnitude da taxa de pobreza, sendo esta inversamente e diretamente relacionada com o tamanho econômico e a distribuição de renda, respectivamente, do estado.pt_BR
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