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dc.contributor.advisorBenevides, Norma Maria Barros-
dc.contributor.authorHolanda, Ticiana de Brito Lima-
dc.date.accessioned2018-03-07T11:04:17Z-
dc.date.available2018-03-07T11:04:17Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationHOLANDA, T. B. L. (2016)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/30097-
dc.descriptionHOLANDA, Ticiana de Brito Lima. Obtenção de biomassa da macroalga agarófita Gracilaria birdiae (Plastino & Oliveira) através da germinação de esporos em condições de laboratório. 2016. 91 s. Tese (Doutorado em Biotecnologia)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2016.pt_BR
dc.description.abstractThe species Gracilaria birdiae, widely used for agar extraction occurs in Brazilian tropical waters of the Ceará coast to the Espírito Santo. The objective of this work was to study the morphology, immunohistochemistry and reproduction of carpospores and tetraspores detailing all germination process. The histological cross sections of carposporophytic thallus G. birdiae allowed a better visualization of these reproductive structures. During the observation of stained slides, you could see that the cystocarps found themselves immature. Staining with Ponceau Xylidine (XP) pH 2.5 showed a low accumulation of proteins in the stem and a higher concentration of these macromolecules in cystocarp, especially in fusion cells and formed carpospores. Since the toluidine blue assay (AT) provided indicative of the presence of anionic radicals in cortical cells. The test Periodic Acid Schiff (PAS) showed increased accumulation of neutral polysaccharides in the cell wall and carpospores where such results were confirmed using Lugol test, which revealed the presence of floridean starch. The stem carposporophytic analysis G. birdiae by confocal microscopy revealed the morphology of the thylakoids by auto-fluorescence R-phycoerythrin. Three-dimensional images of the released carpospores revealed that the shapes of the thylakoids of gonimoblast have a unity aspect, balled and that fills much of the carpospore. The thylakoid terasporangium resembles those found in the analyzed carpospores. The largest amount of carpospores released from G. birdiae found on the first day of the experiment, where there was a release of 1,751 carpospores by cystocarp. Soon after the release, the carpospores settled and started the germination process. The carpospores have spherical shape, are well pigmented (slightly reddish) and the diameter averaged 22.30 ± 2.4 µm. The first division occurred soon after fixing the substrate, where the carpospore was divided in half to form two identical planes. Within 2-3 days without volume expansion, they gave rise to the stages tri- and tetra cell. After 4-5 days, the divisions were formed more rapidly giving rise to multicellular disks where the disks size average was 26.91 µm (± 3.13). In the experiment carried out with tetrasporophytic stems after 21 days of cultivation was viewing a light reddish surface over all the limestone of the groups. After addition of 0.1% of BAP and subjected to constant aeration through porous limestone aeration system and, after a period of 20 days was observed the formation of microthalli gametophytes only on the limestone, totaling a period of 3 months from the beginning of the experiment with the release and uptake of tetraspores until the formation of gametophytes microthalli. It was observed a difference in the germination of carpospores and tetraspores where we tetraspores the germination of filamentous type, where such filaments generated microtalli gametophytic. In conclusion we can say that G. birdiae stalks showed accumulation of anionic polysaccharides, starch and proteins in reproductive structures, as well as differences in the morphology of thylakoids. Moreover, obtaining algal biomass was possible (microthalli) from the tetraspores and carpospores germination cultivation under conditions established in the laboratory.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectAlgaspt_BR
dc.subjectEsporulaçãopt_BR
dc.subjectHistoquímicapt_BR
dc.subjectReproduçãopt_BR
dc.subjectBiomassapt_BR
dc.titleObtenção de biomassa da macroalga agarófita Gracilaria birdiae (Plastino & Oliveira) através da germinação de esporos em condições de laboratório.pt_BR
dc.typeThesispt_BR
dc.description.abstract-ptbrA espécie Gracilaria birdiae, amplamente utilizada para extração de ágar, ocorre nas águas tropicais brasileiras, da costa do Ceará até o Espírito Santo. O objetivo deste trabalho foi realizar estudos da morfologia, histoquímica e reprodução dos carpósporos e tetrásporos, detalhando todo processo de germinação. Os cortes histológicos transversais dos talos carposporofíticos de G. birdiae possibilitaram uma maior visualização dessas estruturas reprodutivas. Durante a observação das lâminas coradas, pôde-se constatar que os cistocarpos encontravam-se imaturos. A coloração com Xylidine Ponceau (XP) pH 2,5 revelou um baixo acúmulo de proteínas no talo e uma maior concentração dessas macromoléculas no cistocarpo, principalmente nas células de fusão e carpósporos formados. Já o teste de azul de toluidina (AT) forneceu indicativos da presença de radicais aniônicos nas células corticais. O teste do periodic acid schiff (PAS) revelou maior acúmulo de polissacarídeos neutros na parede celular e nos carpósporos, tais resultados foram confirmados através do teste do lugol, que revelou a presença de amido das florídeas. A análise do talo carposporofítico de G. birdiae por microscopia confocal revelou a morfologia dos tilacóides através da autoflorescência da R-ficoeritrina. Imagens tridimensionais dos carpósporos liberados revelaram que as formas dos tilacóides dos gonimoblastos têm um aspecto de unidade, enovelado e que preenche grande parte do carpósporo. O tilacóide do tetrasporângio se assemelha aos encontrados nos carpósporos analisados. A maior quantidade de carpósporos liberados de G. birdiae foi encontrada no primeiro dia de experimento, quando houve uma liberação de 1.751 carpósporos por cistocarpo. Logo após a liberação, os carpósporos se fixaram e deram início ao proceso de germinação. Os carpósporos possuem forma esférica, são bem pigmentados (levemente avermelhados) e com média de 22,30 ± 2,4 µm. A primeira divisão ocorreu logo após a fixação no substrato, quando o carpósporo foi dividido ao meio formando dois planos iguais. Dentro de 2-3 dias, sem expansão de volume, deram-se origem aos estágios tri e tetra celular. Após 4-5 dias, as divisões foram formadas mais rapidamente dando origem aos discos multicelulares cuja média de tamanho dos discos foi 26,91 ± 3,13 µm. No experimento realizado com os talos tetrasporofíticos, após 21 dias de cultivo ocorreu a visualização de uma leve superfície avermelhada sobre todas as pedras calcárias dos grupos. Depois da adição de 0,1% de BAP e submetidas a aeração constante através de pedras porosas e sistema de aeração, após um período de 20 dias foi observada a formação de microtalos gametófitos somente sobre as pedras calcárias, totalizando um período de 3 meses desde o início do experimento com a liberação e captação dos tetrásporos até a formação dos microtalos gametófitos. Foi observada uma diferença na germinação dos carpósporos e tetrásporos, onde nos tetrásporos a germinação foi do tipo filamentosa, e os filamentos geraram microtalos gametofíticos. Como conclusão é possível afirmar que os talos de G. birdiae apresentaram acúmulo de polissacarídeos aniônicos, amido e proteínas nas estruturas reprodutivas, além de diferenças na morfologia dos tilacóides. Além disso, foi possível a obtenção de biomassa algácea (microtalos) a partir da germinação de carpósporos e tetrásporos sob as condições de cultivo estabelecidas em laboratório.pt_BR
dc.title.enObtaining of biomass of agarophyta macroalgae Gracilaria birdiae (Plastino & Oliveira) through germination of spores under laboratory conditions.pt_BR
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