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dc.contributor.authorVarela, Danilson Mascarenhas-
dc.contributor.authorCampos, Robério Telmo-
dc.contributor.authorAraujo, Jair Andrade de-
dc.contributor.authorBarbosa, Vanecilda de Sousa-
dc.date.accessioned2018-03-26T11:51:15Z-
dc.date.available2018-03-26T11:51:15Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationVARELA, Danilson Mascarenhas; CAMPOS, Robério Telmo; ARAÚJO, Jair Andrade de; BARBOSA, Vanecilda de Sousa. Hipótese do paradoxo da abundância na África Subsaariana. Revista de Estudos Internacionais, João Pessoa, V. 9, n. 1, p. 78-99, 2018.pt_BR
dc.identifier.issn2236-4811-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/30562-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Estudos Internacionaispt_BR
dc.subjectRecursos naturaispt_BR
dc.subjectParadoxo da abundânciapt_BR
dc.subjectModelo de thresholdpt_BR
dc.subjectPoupançapt_BR
dc.titleHipótese do paradoxo da abundância na África Subsaarianapt_BR
dc.title.alternativeHypothèse du paradoxe de l'abondance en afrique subsahariennept_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrA problemática desta pesquisa emergiu de um questionamento recorrente sobre crescimento econômico real per capita nos países da África Subsaariana ricos em recursos naturais, a saber: por que países que têm elevadíssimas reservas de petróleo, minérios, diamantes e demais pedras preciosas tendem a ter um crescimento econômico real per capita baixo? A tendência de crescimento econômico inexpressivo dos países ricos em matéria-prima é denominada na literatura econômica por “maldição de recursos” ou Paradoxo da Abundância. Sendo assim, esta pesquisa testa a Hipótese do Paradoxo da Abundância nos países da África subsaariana e discorre sobre indicadores de desenvolvimento econômico. Os testes empíricos, obtidos por meio da aplicação do modelo de threshold para dados em painel, são referentes ao período de 1970 a 2014 e embasam a maioria dos pressupostos da hipótese do paradoxo; entretanto, alguns pressupostos da pesquisa não tiveram validação estatística. Contatou-se que países em que a abundância de recursos impacta negativamente no crescimento econômico são aqueles que negligenciaram o desenvolvimento humano (educação), o investimento em capital fixo e os que apresentam um saldo negativo de Poupança Líquida Ajustada. Os resultados apontam, outrossim, que o impacto dos recursos naturais no crescimento econômico depende, em parte, dos ciclos econômicos das commodities.pt_BR
dc.description.abstract-frLa problématique de cette recherche émerge de une question récurrent sur la croissance économique réelle per capita dans les pays d’Afrique subsaharienne riches en ressources naturelles, à savoir : pourquoi les pays qui possèdent de très grandes réserves de pétrole, minerais, diamants et autres pierres précieuses tendent-ils à avoir une faible croissance économique réelle per capita ? La tendance à la croissance économique inexpressive des pays riches en matières premières est appelée dans la littérature économique «malédiction des ressources » ou le Paradoxe de l’Abondance. Ceci étant, cette recherche se propose d’examiner l’Hypothèse du Paradoxe de l’Abondance dans les pays de l’Afrique subsaharienne et discuter des indicateurs de croissance réelle per capita. Les tests empiriques, obtenus de la mise en application du modèle de threshold pour les données de panel, font référence à la période allant de 1970 à 2014, et viennent valider la majorité des suppositions de l’Hypothèse du paradoxe; cependant, certaines suppositions sont invalidées statistiquement parlant. Il a été constaté, en outre, que les pays où l’abondance des ressources impacte négativement sur la croissance économique sont ceux qui ont négligé le développement humain (éducation), l’investissement en capital fixe et ces pays qui présentent un solde négatif d’Épargne Nette Ajustée. Les résultats montrent également que l’impact des ressources naturelles sur la croissance économique dépend en partie des cycles économiques des prix des commodities.pt_BR
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