Please use this identifier to cite or link to this item: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/31524
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.advisorSantiago, Nestor Eduardo Araruna-
dc.contributor.authorSilva Filho, Airton Paula da-
dc.date.accessioned2018-04-26T14:43:55Z-
dc.date.available2018-04-26T14:43:55Z-
dc.date.issued2010-
dc.identifier.citationSILVA FILHO, A. P. (2010)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/31524-
dc.descriptionSILVA FILHO, Airton Paula da. A validade da prova encontrada fortuitamente no curso de interceptação telefônica legal. 2010. 97 f. Monografia (Graduação em Direito) - Faculdade de Direito, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2010.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDireito à privacidadept_BR
dc.subjectInterceptação telefônicapt_BR
dc.subjectProva (Direito)pt_BR
dc.titleA validade da prova encontrada fortuitamente no curso de interceptação telefônica legalpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.description.abstract-ptbrO encontro fortuito ocorrido no curso de interceptação telefônica legal é tema ainda não abordado pela legislação. A dimensão de seus efeitos é importante uma vez que tem origem em medida invasiva, que restringe a intimidade e a privacidade. A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 foi a primeira a tornar explícito o direito a se ter a intimidade e a privacidade resguardadas, tendo buscado estatuir uma ampla proteção. Assim, o artigo 5º, inciso XII, da Constituição, ao consagrar o sigilo das comunicações como regra, e permitir expressamente sua quebra em determinados casos, ganha especial relevo na defesa da intimidade e da privacidade. A lei nº 9.296, de 24 de julho de 1996, disciplinou o uso da interceptação telefônica no Brasil após a Constituição de 1988, importante meio de obtenção de prova no combate à criminalidade organizada. A lei, contudo, foi omissa em muitos pontos, inclusive no tratamento dos encontros fortuitos. Buscando dar resposta a esta omissão, vários doutrinadores se debruçaram sobre o tema e manifestaram sua opinião acerca do tratamento que julgaram adequado. O Projeto de lei nº 156/2009, tendo a oportunidade de sanar esta omissão, usou-a de forma tímida. Fez-se uma revisão bibliográfica acerca do tema, com a finalidade de estabelecer o tratamento mais adequado às informações encontradas de forma inesperada no curso de interceptações telefônicas legais, o que resultou na colheita de diversas opiniões, ora complementares, ora discordantes. Concluiu-se, ao final, pelo tratamento que se acredita seja adequado ao caso, seguindo uma gradação dos encontros mais simples aos mais graves.pt_BR
Appears in Collections:DIREITO - Monografias

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2010_tcc_apsilvafilho.pdf554,21 kBAdobe PDFView/Open


Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.