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dc.contributor.advisorAguiar, Odílio Alves-
dc.contributor.authorSantos, Elias Lino dos-
dc.date.accessioned2018-09-10T20:36:07Z-
dc.date.available2018-09-10T20:36:07Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationSANTOS, E. L. dos (2018)pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/35593-
dc.descriptionSANTOS, Elias Lino dos. A ética em Hobbes. 2018. 97 f. Dissertação (Mestrado em Filosofia)-Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2018.pt_BR
dc.description.abstractThis dissertation aims to analyze the ethics in Hobbes from what the philosophical tradition accepts as political theory in the philosopher of Malmesbury, namely, The Elements of 1640, Do Citizen of 1642 and Leviathan of 1651. And still the texts that became known as the controversies with the Anglican bishop Bramhall between 1654 and 1655. For that reason it was chosen to divide the work in three parts; in the first, the structure of reality in which men are inserted as bodies in movement will be thematized. However, man has the specificity of the language with which he names the objects of his sensibilities. In the second chapter Hobbesian anthropology is made explicit through what is here judged fundamental characteristics of the human being. In this way the passion and its place of manifestation, that is, custom, language and reason are thematized. And finally, in the third chapter we will define the Hobbesian ethics that is assumed to be a sensual ethic, that is, it is a free action because it is the result of liberation and the human will for this reason, but from the sensible objects.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectNatureza humanapt_BR
dc.subjectLinguagempt_BR
dc.subjectRazãopt_BR
dc.subjectLiberdadept_BR
dc.subjectHuman naturept_BR
dc.subjectLanguagept_BR
dc.subjectReasonpt_BR
dc.subjectFreedompt_BR
dc.subjectEthicpt_BR
dc.titleA ética em Hobbespt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.contributor.co-advisorGomes, Rita Helena Sousa Ferreira-
dc.description.abstract-ptbrA presente dissertação de mestrado tem por objetivo analisar a ética em Hobbes a partir do que a tradição filosófica aceita como a teoria política no filósofo de Malmesbury, a saber, Os Elementos de 1640, o Do Cidadão de 1642 e o Leviatã de 1651. E ainda os textos que ficaram conhecidos como as polêmicas com o bispo anglicano Bramhall entre 1654 e 1655. Para tanto se optou por dividir o trabalho em três partes; na primeira será tematizada a estrutura da realidade na qual os homens estão inseridos enquanto corpos em movimento. Contudo, o homem tem a especificidade da linguagem com a qual nomeia os objetos de suas sensibilidades. No segundo capítulo a antropologia hobbesiana é explicitada através do que aqui se julga características fundamentais do ser humana. Dessa maneira se tematiza a paixão e o seu lugar de manifestação, isto é, o costume, a linguagem e a razão. E finalmente, no terceiro capítulo se definirá a ética hobbesiana que aqui se assume ser uma ética sensual, ou seja, é uma ação livre porque é fruto da liberação e da vontade humana por isso ética, mas a partir dos objetos sensíveis. Palavraspt_BR
dc.title.enEthics in Hobbespt_BR
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