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dc.contributor.authorAguiar, Stefanie Viana-
dc.contributor.authorGonçalves, Emilcy Rebouças-
dc.contributor.authorBezerra, Leonardo Robson Pinheiro Sobreira-
dc.date.accessioned2019-04-05T11:31:49Z-
dc.date.available2019-04-05T11:31:49Z-
dc.date.issued2019-01-
dc.identifier.citationAGUIAR, Stefanie Viana ; GONÇALVES, Emilcy Rebouças ; BEZERRA, Leonardo Robson Pinheiro Sobreira. Análise da incidência e prevalência de laceração perineal de causa obstétrica em maternidade terciária de Fortaleza-CE. Rev Med UFC, Fortaleza, v. 59, n. 1, p. 39-43, jan./mar. 2019.pt_BR
dc.identifier.issn2447-6595 (Online)-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/40609-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Medicina da UFCpt_BR
dc.subjectParto Normalpt_BR
dc.subjectEpisiotomiapt_BR
dc.subjectPeríneopt_BR
dc.titleAnálise da incidência e prevalência de laceração perineal de causa obstétrica em maternidade terciária de Fortaleza-CEpt_BR
dc.typeArticlept_BR
dc.description.abstract-ptbrAs lacerações perineais obstétricas resultam em transtorno no cotidiano da mulher, seus fatores de risco incluem: uso de fórceps, trabalho de parto prolongado, nuliparidade, macrossomia fetal e episiotomia. Objetivo: avaliar a prevalência e incidência de lacerações perineais de causa obstétrica em partos vaginais. Ainda, determinar a prevalência de episiotomia e descrever fatores materno-fetais e assistenciais relacionados às lacerações perineais graves. Metodologia: estudo descritivo, documental, retrospectivo e quantitativo, realizado de abril a setembro de 2015 na Maternidade Escola Assis Chateaubriand, através de revisão de prontuário. Os dados foram analisados pelo software R (versão 3.1.2). Resultados e discussão: foram avaliados 765 partos vaginais, a prevalência das lacerações perineais foi 55%, destas, 2,5% foram lacerações perineais graves (3º e 4º grau). A taxa de episiotomia encontrada foi de 7,3%. A presença de um parto vaginal prévio, ou mais, foi considerado um fator protetor para lacerações graves, X2(2) = 45,944a, p = ,0000. Gestações com 37 ou mais semanas foram avaliadas como fatores de risco para lacerações graves, X2(4) = 27,637a, p = 0,000. Conclusão: neste estudo, o número de lacerações perineais graves (2,5%) e a episiotomia (7,3%) estão compatíveis com a literatura mundial e seus fatores de risco.pt_BR
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