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dc.contributor.advisorSales, Marta Celina Linhares-
dc.contributor.authorSampaio, Ana Paula Coelho-
dc.date.accessioned2019-05-27T21:32:42Z-
dc.date.available2019-05-27T21:32:42Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationSAMAPAIO, Ana Paula Coelho. Pegada de carbono e hídrica do cultivo de coco em sistemas de produção convencional no nordeste brasileiro. 2019. 122 f. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/42067-
dc.description.abstractCoconut production in the Northeast region was 74% of the national production in 2017, according to the Brazilian Institute of Geography and Statistics. Therefore, this is an evaluated and comparative work such as carbon footprints and green coconut water in the states of Alagoas, Bahia, Ceará and Sergipe. Footprints were calculated based on ISO 14067 (carbon footprint), ISO 14046 (water footprint) and following the steps of a life cycle assessment study, according to ISO 14040 and 14044 standards. The data collected refer to an orchard of dwarf coconut trees cultivated for 17 years and was adopted as functional unit 1m 3 of coconut water in natura produced in a medium year. The categories of impacts considered in the footprint studies and their assessment methods were: i) for the carbon footprint the impacts on climate change (IPCC) were evaluated; ii) for water footprint, water scarcity (AWARE), human toxicity, cancer, non-cancer and ecotoxicity in freshwater (USEtox), marine and fresh water eutrophication (ReCiPe midpoint) were evaluated. It was observed that the farm of Alagoas obtained the smallest carbon and water footprint. The Ceará farm presented the worst carbon and water footprint in relation to the other farms evaluated, due to the lower amount of water used in irrigation and lower production of coconut water per hectare. Finally, this work pointed out the need to seek improvements for the coconut production system in the Northeast. Considering the results of the identification of the critical processes and the analysis of scenarios, both for the carbon footprint and hydric, it is suggested that the fertilization be carried out efficiently, according to the recommended and the need of the crop; in addition to the possible extension of the cultivation period to 30 years, with the objective of reducing the impacts of environmental footprints and guaranteeing the productivity and sustainability of the coconut crop.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectProdução de cocopt_BR
dc.subjectMudanças climáticaspt_BR
dc.subjectEscassez hídricapt_BR
dc.subjectEutrofizaçãopt_BR
dc.subjectToxicidadept_BR
dc.titlePegada de carbono e hídrica do cultivo de coco em sistemas de produção convencional no nordeste brasileiropt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.co-advisorFigueiredo, Maria Clea Brito de-
dc.description.abstract-ptbrA produção de coco na região Nordeste foi o equivalente a 74% da produção nacional em 2017, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Portanto, considerando à importância econômica da cultura para a região e as alterações ambientais promovidas pelas atividades agrícolas, objetiva-se neste trabalho avaliar e comparar as pegadas de carbono e hídrica do coco verde produzido nos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará e Sergipe. As pegadas foram calculadas com base nas normas ISO 14067 (pegada de carbono), ISO 14046 (pegada hídrica) e seguindo as etapas de um estudo de avaliação do ciclo de vida, conforme as normas ISO 14040 e 14044. Os dados coletados se referem a um pomar de coqueiros-anões cultivado por 17 anos e adotou-se como unidade funcional 1m 3 de água de coco in natura produzida em um ano médio. As categorias de impactos consideradas nos estudos das pegadas e seus métodos de avaliação foram: i) para a pegada de carbono avaliou-se os impactos nas mudanças climáticas (IPCC); ii) para pegada hídrica, avaliaram-se a escassez hídrica (AWARE), toxicidade humana, câncer, não-câncer e ecotoxicidade em águas doces (USEtox), eutrofização marinha e de águas doces (ReCiPe midpoint). Observou-se que a fazenda de Alagoas obteve a menor pegada de carbono e hídrica. Já a fazenda do Ceará apresentou a pior pegada de carbono e hídrica em relação as outras fazendas avaliadas, devido a menor quantidade de água utilizada na irrigação e menor produção de água de coco in natura por hectare. Por fim, esse trabalho apontou a necessidade de se buscar melhorias para o sistema de produção do coco no Nordeste. Considerando os resultados da identificação dos processos críticos e a análise de cenários, tanto para a pegada de carbono como hídrica, sugere-se que a fertilização seja realizada de modo eficiente, de acordo com o recomendado e a necessidade da cultura; além da possível ampliação do período de cultivo para 30 anos, com o objetivo de se reduzir os impactos das pegadas ambientais e garantir a produtividade e sustentabilidade da cultura do coco. Palavras – chave: Produção dept_BR
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