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dc.contributor.advisorFonteles, Marta Maria de França-
dc.contributor.authorOliveira, Sâmia Graciele Maia-
dc.date.accessioned2013-01-23T11:37:34Z-
dc.date.available2013-01-23T11:37:34Z-
dc.date.issued2008-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, S. G. M. Determinação da taxa de segurança do processo de prescrição de medicamentos em um hospital de referência pneumo-cardiológica do Ceará. 2008. 128 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Farmacêuticas) - Universidade Federal do Ceará. Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Fortaleza, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/4268-
dc.description.abstractMedication errors are a great challenge to the rational use of drugs, which is a significant contributing factor to the development of effective and safe health assistance services to patients. Medication errors can occur at various stages in the drug use process. In Brazil, little is known about the profile of errors and the prescription process safety. In order to determine the prevalence rate of errors in prescribing clinically significant drugs (PREPCS) and the safety rate on prescription drug procedures (SRPDP), an exploratory study based on an approach in systematic error estimation was carried out at Cardiology, Pneumology and Pediatrics Units of a reference hospital in the State of Ceará. From August 20 to September 3, 2007, on alternate days, 140 medical prescription – totaling 1,017 items containing drugs – were analyzed. Most medical prescriptions (75% - n=105) were received by the department of pharmacy in the afternoon shift; 61.4% (n=86) had been given to male patients and 22.2% (n=31) had been given to patients between 60 to 69 years of age. In 83.6% (n=117) of records of patients to whom the selected medical prescriptions had been given, no allergy to drugs were reported, and in 60% (n=84) of them the patients’ weight was not informed. In regard to the legal components of the prescriptions, the patient record number was not informed in 63.3% (n=89) prescriptions; the hospital unit was not informed in 59.3% (n=83) prescriptions; the prescriber’s stamp was not stamped in 28.6% (n=40) prescriptions; and 15% (n=21) prescriptions had not been signed by the doctor. Drug-drug interactions were identified in 28.6% (n=40) medical prescriptions; drug-food interactions were identified in 14.3% (n=20) medical prescriptions; and clinically significant prescription errors (CSEP) were found in 25.9% (n=30) medical prescriptions, and the detection of potentially significant drug interactions (26.61% - n=95) was the most recurrent. Most drugs involved in CSEP (63.3% - n=201) belonged to a therapeutic class of cardiovascular medicines and there was suspicion of Adverse Drug Reaction in only 1.8% (n=18) of the prescription drugs. Generic names were most commonly used in the medical prescriptions (60.2% - n=612); and the concentration was not prescribed in 56.4% (n=574) of items containing drugs. The dilluent was prescribed in 35.1% (n=65) of injection drugs, while no infusion speed and hydration solution were prescribed in 59.3% (n=121) of injection drugs. Additional information was prescribed in 14.7% (n=150) of the items containing drugs; and abbreviations were used in 97.6% (n=993) of them, and administration routes were the most common abbreviations used (36% - n =833). And finally, the PREPCS (35.10%) and SRPDP (64.9%) were ascertained, thus indicating the need to reevaluate the process of prescribing and implementing educational strategies. Therefore, the identification of the aforesaid rates is the first step to be taken in order to prevent errors. However, in order to use them at hospitals without creating a punishment environment, the responsibility for the patient’s safety must be collective and an approach in systematic error estimation must be made regularly.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectPrescrições de Medicamentospt_BR
dc.subjectErros de Medicaçãopt_BR
dc.titleDeterminação da taxa de segurança do processo de prescrição de medicamentos em um hospital de referência cardiológica do Estado do Cearápt_BR
dc.typeDissertationpt_BR
dc.description.abstract-ptbrOs Erros de Medicação (EM) são um importante desafio a ser superado na promoção do uso racional de medicamentos, fator contribuinte para o desenvolvimento de serviços de saúde eficazes e seguros para os pacientes. EM podem ocorrer em várias etapas da cadeia de utilização de medicamentos. No Brasil, pouco se conhece sobre o perfil dos erros e sobre a segurança do processo de prescrição. Baseado na abordagem sistêmica do erro foi realizado um estudo exploratório, com determinação da taxa de prevalência de erros de prescrição clinicamente significativos (TPEPCS) e da taxa de segurança do processo de prescrição de medicamentos (TSPPM) nas unidades de Cardiologia, Pneumologia e Pediatria de um hospital de referência do Ceará. No período de 20 de agosto a 03 de setembro de 2007, em dias alternados, foram analisadas 140 prescrições médicas (PM), totalizando 1017 itens contendo medicamentos. A maioria das PM (75% - n=105) foram recebidas pelo serviço de farmácia no turno da tarde, 61,4% (n=86) pertencia a pacientes do sexo masculino e 22,2% (n=31) pertencia a pacientes com idade de 60 a 69 anos. No prontuário dos pacientes das PM selecionadas, não houve relato de alergia a medicamentos em 83,6% (n=117), nem registro do peso em 60% (n=84). Quanto aos componentes legais da prescrição, houve ausência do registro do número do prontuário em 63,3% (n=89), da unidade de internação em 59,3% (n=83), do carimbo do prescritor em 28,6% (n=40) e da assinatura do médico em 15% (n=21). Foram identificadas interação medicamento-medicamento em 28,6% (n=40) das PM, interação medicamento-alimento em 14,3% (n=20) e erros de prescrição clinicamente significativos (EPCS) em 25,9%, (n=30) sendo o mais recorrente a detecção de interação medicamentosa potencialmente significante (26,61% - n=95). Boa parte dos medicamentos envolvidos nos EPCS (63,3% - n=201) pertenceu a classe terapêutica de medicamentos cardiovasculares e houve a suspeita de Reação Adversa a Medicamentos em apenas 1,8% (n=18) dos medicamentos prescritos. A denominação mais utilizada na prescrição dos medicamentos foi a genérica (60,2% - n=612) e a concentração não foi prescrita em 56,4% (n=574) dos itens contendo medicamentos. Foi prescrito o diluente em 35,1% (n=65) dos medicamentos classificados como injetáveis, enquanto não foi prescrita a velocidade de infusão em 59,3% (n=121) dos injetáveis e solução para hidratação. Também foram prescritas informações adicionais em 14,7% (n=150) dos itens contendo medicamentos e utilizadas abreviaturas em 97,6% (n=993) destes, sendo mais comum a abreviatura da via de administração (36% - n=833). Ao final, foram calculadas a TPEPCS (35,10%) e TSPPM (64,9%), indicando a necessidade da reavaliação do processo de prescrição e implementação das estratégias educacionais. Portanto, a identificação da taxas referidas constitui o primeiro passo na busca da prevenção de erros. Porém, para que ela possa estabelecer-se no âmbito hospitalar, sem propiciar um ambiente de punições, faz-se necessário que a responsabilidade pela segurança do paciente seja vista como coletiva e que a abordagem sistêmica do erro seja aplicada cotidianamente.pt_BR
dc.title.enSetting of the Safety Rate on Prescription Drug Procedures in a reference Pneumocardiology Hospitalpt_BR
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