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Título: Desenvolvimento e morfologia funcional de estômagos de larvas e pós-larvas de crustáceos decápodos
Autor(es): Melo, Marlon Aguiar
Orientador(es): Abrunhosa, Fernando Araújo
Palavras-chave: Engenharia de Pesca
Crustáceos
Data do documento: 2002
Citação: MELO, Marlon Aguiar. Desenvolvimento e morfologia funcional de estômagos de larvas e pós-larvas de crustáceos decápodos. 2002. 30 f. TCC (Graduação em Engenharia de Pesca) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2002.
Resumo: Estudos sobre a morfologia de estômagos de crustáceos adultos relacionados e funcionalidade dos mesmos têm sido realizados por diversos autores para adultos de crustáceos. No entanto, existem poucos trabalhos para larvas de crustáceos devido à dificuldade no processo de dissecação e observação das estruturas. Em geral, estas larvas apresentam dimensões microscópicas, principalmente nos estágios iniciais, requerendo, assim, habilidade e técnica especializada para tal fim. Investigações sobre a função do sistema digestivo podem elucidar problemas relacionados ao hábito alimentar de espécies utilizadas na aquicultura. O resultado desse conhecimento certamente poderá contribuir para o aumento da sobrevivência da espécie objeto e, conseqüentemente, elevar a produtividade. As estruturas dos estômagos do primeiro e ultimo estágio larval, estágio transitório e juvenil I das espécies Macrobrachium rosenbergii, Ucides cordatus cordatus e Emerita brasiliensis foram descritas em detalhes e discutidas em relação á morfologia funcional. O primeiro estágio larval apresenta um estômago simples, porém aparentemente funcional, tornando-se mais complexo ao longo do desenvolvimento larval. Incremento de cerdas e especialização do filter press são observados no último estágio larval. Uma drástica mudança morfológica ocorre no estômago durante a metamorfose de larva para juvenil I. Os resultados indicam que em M. rosenbergii e U. cordatus cordatus as larvas se alimentam de finas partículas ou alimentos moles. Os estômagos dos últimos estágios larvais das três espécies estudadas neste trabalho não têm função trituradora, mas misturadora. Os juvenis de U. cordatus cordatus e E. brasiliensis, por possuírem moinho gástrico, são capazes de alimentar-se de partículas duras, não acontecendo com M. rosenbergii.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/43509
Tipo: TCC
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