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dc.contributor.authorHenriques, Júlia Maria Pereira de Miranda-
dc.date.accessioned2019-08-07T11:16:51Z-
dc.date.available2019-08-07T11:16:51Z-
dc.date.issued2006-
dc.identifier.citationHENRIQUES, Júlia Maria Pereira de Miranda. Imaginários sociais, religião e política no Brasil. In: HENRIQUES, Júlia Maria Pereira de Miranda; PORDEUS JÚNIOR, Ismael de Andrade; LAPLANTINE, François (orgs.). Imaginários sociais em movimento: oralidade e escrita em contextos multiculturais. Lyon, França, Universidade de Lyon 2; Fortaleza, Brasil: Edições UFC; Campinas, Brasil: Pontes Editores, 2006. p.13-29.pt_BR
dc.identifier.isbn85-7113-232-1-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/44537-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherEdições UFCpt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectImaginário socialpt_BR
dc.subjectReligiãopt_BR
dc.subjectPolíticapt_BR
dc.titleImaginários sociais, religião e política no Brasilpt_BR
dc.typeCapítulo de Livropt_BR
dc.description.abstract-ptbrA religião dos brasileiros do século XXI, em particular o cristianismo, parece vir representando, principalmente nas últimas duas décadas, um elemento importante de significação do político. A novidade certamente reside na relação entre essas esferas, no Brasil tradicionalmente próximas, no caso do catolicismo, desde os primórdios da colonização. Aliás, que sociedade de matriz religiosa cristã não está marcada por uma particular combinação do trono com o altar? Os fatos que me levam a esta constatação, no entanto, são relativamente recentes; remetem à segunda metade do século XX e, de modo particular, à presença na cena político-partidária de candidatos e parlamentares identificados por seus grupos religiosos de pertença, assim como às práticas políticas que lhes características.Este artigo inicia a análise desses fatos por uma perspectiva que privilegia os imaginários, tomando-os como dimensão da existência de indivíduos e sociedades responsáveis pela construção das idéias-imagens instituintes do social. Penso que a política, por definição, compreende uma dimensão utópica, espécie de instância onde se relacionam o cotidiano e as expectativas por ele criadas. Na qual cada sociedade projeta o seu "outro" ideal. Esse espaço prospectivo, como lembra Baczko, parece ter fronteiras movediças, absorvendo uma dinâmica que não é estranha aos "esgotamentos e ressurgimentos" dos imaginários sociais e às funções que eles preenchem nos diferentes campos de pensamento e lição, como o político, por exemplo. Interessam-me em particular os ressurgimentos e recomposições, histórica e culturalmente condicionados, desses imaginários.[...]pt_BR
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