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dc.contributor.authorRocha, Sérgio Rodrigues-
dc.contributor.authorStudart, Ticiana Marinho de Carvalho-
dc.date.accessioned2019-08-14T18:00:22Z-
dc.date.available2019-08-14T18:00:22Z-
dc.date.issued2014-
dc.identifier.citationROCHA, S. R.; STUDART, T. M. de C. A pegada hídrica das exportações agrícolas de Pernambuco. Revista de Geografia, Recife, v. 31, n. 3, p. 190-210. 2014.pt_BR
dc.identifier.issn0104-5490-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/44744-
dc.description.abstractMany countries with water shortages import increasing quantities of food. This acquisition product is virtually equivalent to import water, which otherwise, would be sued for the production of foods in countries buyers. The world food trade can save water resources, through virtual water transfers from countries very productive, in terms of water use, to other less productive. The water footprint methodology quantifies the total volume of fresh water needed for the production chain, in various locations around the world, of the goods and services consumed by a person, a region or a country, being an indicator of ownership of this uses direct and indirect of this natural resource. This study calculates the water footprint of products selected from the list of exports, from 1997 to 2010, of the agricultural sector of the state of Pernambuco. The result is very significant (13.5 billion cubic meters) to Pernambuco, located in the Brazilian semiarid. From the point of view of water management, reducing the water footprint of the Brazilian state, which presents serious problems of water scarcity, can be achieved through the use of new agricultural techniques that require less water resource per kilogram produced; as well as cause less environmental pollution.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista de Geografia (UFPE)pt_BR
dc.subjectRecursos hídricos - Gerenciamentopt_BR
dc.subjectProdutos agrícolas - Exportaçãopt_BR
dc.subjectWater footprintpt_BR
dc.subjectWater resource managementpt_BR
dc.subjectVirtual waterpt_BR
dc.subjectAgricultural exportspt_BR
dc.titleA pegada hídrica das exportações agrícolas de Pernambucopt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrMuitos países com escassez de recursos hídricos importam uma quantidade crescente de alimentos. Essa aquisição de produtos é, praticamente, equivalente à importação de água, que, de outra forma, seria demandada para a produção dos alimentos nos países compradores. O comércio mundial de alimentos pode poupar recursos hídricos, por intermédio de transferências de água virtual de países muito produtivos, em termos de utilização de água, para outros menos produtivos. A metodologia da pegada hídrica quantifica o volume total de água doce necessário à cadeia de produção, em diversos locais do mundo, dos bens e serviços consumidos por uma pessoa, uma região ou um país; sendo um indicador de apropriação dos usos diretos e indiretos desse recurso natural. Este trabalho calcula a pegada hídrica de produtos selecionados da pauta de exportação, de 1997 a 2010, do setor agrícola do estado de Pernambuco. O resultado obtido é muito expressivo (13,5 bilhões de metros cúbicos) para Pernambuco, que se localiza no semiárido brasileiro. Sob o ponto de vista da gestão de águas, a redução da pegada hídrica desse estado brasileiro, que apresenta graves problemas de escassez de água, pode ser conseguida por meio da utilização de novas técnicas agrícolas, que demandem menos recurso hídrico por quilograma produzido; bem como provoquem menos poluição ambiental.pt_BR
dc.title.enThe water footprint of agricultural exports of Pernambucopt_BR
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