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dc.contributor.advisorSahd, Luiz Felipe Netto de Andrade e Silva-
dc.contributor.authorMathias Netto, Jayme-
dc.date.accessioned2019-09-05T15:26:34Z-
dc.date.available2019-09-05T15:26:34Z-
dc.date.issued2019-
dc.identifier.citationMATHIAS NETTO, Jayme. A imanência da linguagem em Spinoza. 2019. 364 f. Tese (Doutorado em Filosofia) - Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/45471-
dc.description.abstractThe thesis assumes the centrality of the language given by the linguistic turn. We propose, therefore, the resumption of Spinoza's philosophy of immanence for this question. We argue that the philosopher promotes the language as an affirmative force, as self-knowledge and expression in its proper philosophical and immanent activity. To doing this, we assume the following itinerary: we make a seventeenth century revival, emphasizing the specific questions of the semantical traditional language, based on the cartesian theory of knowledge. Afterwards, we present the theoretical basis for thinking the language in Spinoza against cartesianism, namely the self, free will and the self-knowledge. We understand that, for Spinoza, the language follows a common and habitual order that can be overcome by the order of the active ideas of the intellect and according to its nature and potency. We extract how the philosopher himself affirms his own power of interpretation by the written language in his thought. From this idea, we assume that the central hypothesis is take Spinoza as interpreter of his life and of the texts that come to him as affectivity. This interpretative capacity is present also in the creative use of language through the written expression of his own philosophical theory. In this way, the geometric method is not an idealized model but is crossed by affects, affections and ideas that affect the reader. Finally, unlike the ideal of perfect linguistic communication, the Ethics is placed as a work that conveys the greatest affection that can exist through writing and is an invitation also for the reader to enjoy it. With this, at the same time, the author invites his reader to this knowledge and expression of himself, where geometry is an optical prism of an opening of singular senses and experiences. The philosophy of immanence, unlike contemporary semantic or pragmatic paradigms, promotes an absolute immanence of language that is linked to the expression and communication of philosophy and language as life, that is, as an affective potency.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectFilosofiapt_BR
dc.subjectLinguagempt_BR
dc.subjectImanênciapt_BR
dc.subjectSpinozapt_BR
dc.subjectAutoconhecimentopt_BR
dc.subjectExpressãopt_BR
dc.titleA imanência da linguagem em Spinozapt_BR
dc.typeTesept_BR
dc.contributor.co-advisorVinciguerra, Lorenzo-
dc.description.abstract-ptbrA tese assume a centralidade da linguagem dada pelo linguistic turn ou reviravolta linguística contemporânea. Propomos, com isso, a retomada da filosofia da imanência de Spinoza para essa questão. Defendemos que o filósofo promove a linguagem como força afirmativa de si, como autoconhecimento e expressão em sua atividade propriamente filosófica e imanente. Para isso, assumimos o seguinte itinerário: fazemos uma retomada do século XVII, enfatizando as questões específicas da semântica tradicional da linguagem, tendo por base a teoria do conhecimento cartesiana. Após isto, apresentamos a base teórica para pensar a linguagem em Spinoza contra o cartesianismo, a saber, o eu, o livre-arbítrio e o autoconhecimento. Compreendemos que, para Spinoza, a linguagem segue uma ordem comum e habitual que pode ser vencida pela ordem das ideias ativas do intelecto e conforme sua natureza e potência. Disso extraímos como o filósofo mesmo afirma a sua própria força de interpretação pela linguagem escrita em seu pensamento. Daí a hipótese central ser a de tomar Spinoza como intérprete de sua vida e dos textos que lhe chegam como afetividade, sendo essa capacidade interpretativa presente também no uso criativo da linguagem através da expressão escrita de sua própria teoria filosófica. Dessa forma, o método geométrico não é um modelo idealizado, mas atravessado de afetos, afecções e ideias que afetam o leitor. Por fim, diferentemente do ideal de uma comunicação linguística perfeita, a Ética é colocada como uma obra que transmite o maior afeto que pode existir através da escrita e é um convite também para o leitor usufruí-lo. Com isso, ao mesmo tempo, o autor convida seu leitor a esse conhecimento e expressão de si, onde a geometria é um prisma óptico de abertura de sentidos e experiências singulares. A filosofia da imanência, diferentemente dos paradigmas semânticos ou pragmáticos contemporâneos, promove uma imanência absoluta da linguagem que se vincula à expressão e à comunicação da filosofia e da linguagem como vida, isto é, como potência afetiva.pt_BR
dc.title.enThe immanence of language in Spinozapt_BR
dc.description.abstract-frLa thèse tient compte de la centralité du langage donnée par le linguistic turn ou le tournant linguistique contemporain. Pour le traitement de cette question, nous proposons en outre la reprise de la philosophie de lřimmanence de Spinoza. Nous défendons que le philosophe promeut le langage comme une force affirmative de soi, en tant qu'auto connaissance et expression, dans son activité philosophique et immanente. Nous traçons ainsi lřitinéraire suivant : tout dřabord, nous revenons au XVIIe siècle, pour mettre lřaccent sur les questions spécifiques de la sémantique traditionnelle du langage dřaprès la théorie de la connaissance cartésienne. Ensuite, nous présentons le fondement théorique que nous postulons pour penser le langage chez Spinoza contre le cartésianisme, cřest-à-dire, le je, le libre arbitre et lřauto connaissance. Nous comprenons que pour Spinoza le langage suit un ordre commun et habituel qui peut être vécu à travers lřordre des idées actives de lřintellect et selon leur nature et leur puissance. De là, tel que le philosophe lui-même lřaffirme, provient sa propre force d'interprétation. A partir de cette idée, nous postulons comme hypothèse centrale de considérer Spinoza comme un interprète de sa vie et des textes comme affectivité, cette capacité interprétative étant aussi présente dans lřusage créatif du langage dans lřexpression écrite de sa propre théorie philosophique. Ainsi, la méthode géométrique nřest pas un modèle idéalisé mais croisé dřaffects, dřaffections et dřidées qui affectent le lecteur. En troisième lieu, à la différence de lřidéal dřune communication linguistique parfaite, nous considérons lřÉthique comme une oeuvre qui transmet lřaffect le plus grand qui puisse exister à lřaide de lřécriture. Cřest une invitation au lecteur à cette connaissance et expression de soi dans laquelle la géométrie est un prisme optique dřouverture à des sens et à des expériences singulières. La philosophie de lřimmanence, à la différence des paradigmes sémantiques ou pragmatiques contemporains, promeut une immanence absolue du langage qui est liée à lřexpression et à la communication de la philosophie et du langage comme vie, cřest-à-dire comme puissance affective.pt_BR
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