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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorPinheiro, Marta Cristhiany Cunha-
dc.contributor.authorSilva Filho, José Damião da-
dc.contributor.authorSousa, Mariana Silva-
dc.contributor.authorCastro, Issis Maria Nogueira de-
dc.contributor.authorBezerra, Fernando Schemelzer de Moraes-
dc.contributor.authorRamos Júnior, Alberto Novaes-
dc.date.accessioned2019-12-18T14:32:42Z-
dc.date.available2019-12-18T14:32:42Z-
dc.date.issued2016-
dc.identifier.citationPINHEIRO, Marta Cristhiany Cunha et al. Controle da esquistossomose em municípios cearenses envolvidos na integração do rio São Francisco. Revista Encontros Universitários da UFC, Fortaleza, v. 1, n. 1, 2016. (Encontro de Pesquisa e Pós-Graduação, 9).pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/48810-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Cearápt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsquistossomosept_BR
dc.subjectTransposição de águaspt_BR
dc.subjectPrograma de Controlept_BR
dc.titleControle da esquistossomose em municípios cearenses envolvidos na integração do rio São Franciscopt_BR
dc.typeResumopt_BR
dc.description.abstract-ptbrAs ações de controle e vigilância da esquistossomose dos Programas de Controle da Esquistossomose (PCE) têm grande relevância, em especial em contextos de grandes intervenções ambientais como o Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), que afetará a dinâmica de transmissão. O objetivo desse estudo foi avaliar o desenvolvimento das ações do PCE em municípios da região Sul do Estado do Ceará que serão diretamente impactados pelo PISF. Foi aplicada a metodologia proposta por Quinino (2009), sendo verificadas as seguintes dimensões: estrutura (física e de recursos humanos), processos de trabalho e contexto político. A Região do Cariri foi inserida por ser de extrema importância como a primeira a receber as águas do PISF no Ceará. Foram selecionados os municípios de Jati, Brejo Santo, Mauriti e Aurora. Em 2010, foram realizados 948 exames de fezes (Kato-Katz) nessa região, com 2 casos positivos (0,21%); em 2011 foram 109 exames, todos negativos. Entre 2012 e 2014 não foi houve desenvolvimento de ações. Em 2015, dos 124 exames realizados, 11 foram positivos (8,9%). Esse aumento de casos provavelmente deveu-se à migração de trabalhadores oriundos de estados endêmicos para a esquistossomose (PE, PB, MG, entre outros), que têm buscado nessa região os postos de trabalho abertos pelas obras do PISF, além da Transnordestina e do Projeto Cinturão das Águas. Em virtude de a maioria dos casos ser, provavelmente, importada e da insuficiência de recursos humanos e financeiros; o interesse dos gestores locais na implementação do programa é limitado. Ações programadas pela esfera estadual ocorreram isoladamente, por demandas espontâneas oriundas de projetos que envolvem a área supracitada, muitas vezes sem grande envolvimento a nível municipal. As ações do PCE, nessa região, têm sido conduzidas de forma limitada pelos gestores municipais, sendo necessária maior mobilização da sociedade sobre a relevância e o risco da esquistossomose, com potencial impacto na morbimortalidade.pt_BR
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