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dc.contributor.authorCarvalho, Francisco Gilmar Cavalcante de-
dc.date.accessioned2020-02-12T15:07:43Z-
dc.date.available2020-02-12T15:07:43Z-
dc.date.issued2005-
dc.identifier.citationCARVALHO, Francisco Gilmar Cavalcante de. Pequenas horas: Babinski no Ceará. Fortaleza: SECULT; Expressão Gráfica; LEO, 2005. 80p.pt_BR
dc.identifier.isbn85-7563099-7-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/49999-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherSECULT; Expressão Gráfica; LEOpt_BR
dc.subjectBabinski, Maciej Anton, 1931- Homenagenspt_BR
dc.subjectBabinski, Maciej Anton, 1931- Vida e obrapt_BR
dc.subjectArtes Plásticaspt_BR
dc.subjectBabinski, Maciej Anton, 1931- Pinturaspt_BR
dc.subjectBabinski, Maciej Anton, 1931- aquarelas, desenhos e gravuraspt_BR
dc.subjectAquarelas, desenhos e gravuraspt_BR
dc.titlePequenas horas: Babinski no Cearápt_BR
dc.typeLivropt_BR
dc.description.abstract-ptbrMaciej (‘matsjej, de acordo com o alfabeto fonético), está na varanda de sua casa e conta histórias difíceis, como um narrador que revolvesse o fundo do baú e corresse o risco de se expor à dor que podem provocar essas lembranças. Não são relatos frios. Pulsa vida em cada um dos episódios ou de seus fragmentos. O tempo o deixou bem. Tem cabelos brancos que ressaltam seu aspecto ainda mais arrumado. Gosta de camisetas brancas e bermudas cáquis ou beges. Calça tênis ou mocassins de couro leve. Não perde a fleuma, mesmo nesses instantes em que é convocado para fazer uma longa viagem de volta, que ninguém sabe onde pode parar. Mas nada impede que acabe num irascível mau humor, momento em que volta, abruptamente, para seu misto de apartamento e atelier íntimo, onde dorme, lê, ouve música, guarda os objetos, livros e quadros de que mais gosta e no qual pouquíssimos podem entrar. É ele mesmo que faz a faxina desse espaço e de lá ele só sai quando quer, quando está de bem com a vida. O risco é grande. Também para o entrevistador, que não sabe que emoções podem ser desencadeadas. Uma conversa tenta condensar uma vida, numa proposta de enredamento, num hipotético fi o de Ariadne, que faça nos perder e nos achar em algum lugar do passado. Maciej se cala. O vento morno sopra, e eu digo brincando que é o Aracati, vento mítico que sopra do litoral leste do Ceará, da foz do rio Jaguaribe, em direção ao sertão. Não sei se chega a Várzea Alegre, tão longe e tão perto de seu coração selvagem. Eu tomo uma xícara de café forte, ele prefere um copo de vinho tinto, bem encorpado, e, ainda que não pose como enólogo, sabe distinguir o “bouquet” das castas que, da mesma forma que ele, se aclimataram tão bem ao nordestino vale do São Francisco. Vagamos, silenciosos, pela casa, em cujas paredes está parte de sua produção. [...]pt_BR
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