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dc.contributor.authorNovais, Maysa Carvalhal dos Reis-
dc.contributor.authorJucá, Roberta Laena Costa-
dc.contributor.authorBerner, Vanessa Oliveira Batista-
dc.date.accessioned2020-03-25T21:48:09Z-
dc.date.available2020-03-25T21:48:09Z-
dc.date.issued2019-07-
dc.identifier.citationNOVAIS, M.C.R.; JUCÁ, R.L.C.; BERNER, V.O.B. A ressignificação dos direitos humanos: descolonizando a arte, potencializando os imaginários. NOMOS: Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFC, Fortaleza, v. 39, n. 2, p. 233-251, jul./dez. 2019.pt_BR
dc.identifier.isbn1807-3840-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/50895-
dc.description.abstractThe paper discusses the connection between art and human rights as an instrument for the decolonization of art. Deals with the mechanisms of the coloniality of knowledge in the conformation of the myths of modernity as the idea of progress and superiority linked to the European, forms that historically built brands in the conception of what has artistic value. This formulation carries the signs of hierarchy, of universality, of the center/periphery division, of erudition and of the popular opposite to the standard accepted as technical and beautiful. From the perspective of culture of Herrera Flores, denounces the intolerance to alternative epistemologies that justify the oppressions of the popular sectors and we propose a decolonization of art. Art, according to these lenses, works as a reaction to the processes of colonial violence with the potential to reverse the pole of relations by guaranteeing a voice to the marginalized who intervene and transform reality into the struggle for dignity and rights.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherNOMOS: Revista do Programa de Pós-Graduação em Direito da UFCpt_BR
dc.subjectColonialidade do saberpt_BR
dc.subjectDireitos humanospt_BR
dc.subjectArtept_BR
dc.titleA ressignificação dos direitos humanos: descolonizando a arte, potencializando os imagináriospt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrEste artigo aborda a conexão arte e direitos humanos como instrumento de descolonização da arte. Trata dos mecanismos da colonialidade do saber na conformação dos mitos da modernidade, como a ideia de progresso e superioridade vinculadas ao europeu, formas que historicamente construíram marcas na concepção do que tem valor artístico. Esta formulação carrega os signos da hierarquia, da universalidade, da divisão centro/periferia, da erudição e do popular oposto ao padrão aceito como técnico e belo. A partir da perspectiva de cultura de Herrera Flores, denunciamos a intolerância a epistemologias alternativas que justificam as opressões dos setores populares e propomos uma descolonização da arte. A arte, segundo essas lentes, funciona como reação aos processos de violência colonial, com potencial de inverter o polo das relações ao garantir voz aos marginalizados, que passam a intervir e transformar a realidade na luta por dignidade e direitos.pt_BR
dc.title.enThe ressignifications of human rights: decolonizing art, potentiating imaginariespt_BR
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