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dc.contributor.advisorFiamengui, Lívia Maria Sales Pinto-
dc.contributor.authorNunes, Tereza Nicolle Burgos-
dc.date.accessioned2020-04-01T18:22:21Z-
dc.date.available2020-04-01T18:22:21Z-
dc.date.issued2020-01-28-
dc.identifier.citationNUNES, T. N. B. Influência da ingestão de nutrientes e sua correlação com a sensibilidade dolorosa em mulheres com disfunção temporomandibular: estudo observacional do tipo caso controle. 2020. 65 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Faculdade de Farmácia, Odontologia e Enfermagem, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/51070-
dc.description.abstractIntroduction: Temporomandibular Dysfunction (TMD) is a collective term encompassing clinical problems involving masticatory muscles, the Temporomandibular Joint (TMJ) and associated structures. Pain is one of the most frequently encountered symptoms in individuals with TMD, and represents the main reason why patients seek treatment. In the face of painful experience or functional limitation, TMD patients have changes in their eating pattern, which may be associated with nutritional deficiencies. Objective: to evaluate the food intake of macro and micronutrients in women with TMD and correlate it with painful sensitivity. Methodology: The sample consisted of women aged between 18 and 55 years, literate, recruited from those who sought care at the dental screening service of the Federal University of Ceará, as well as through dissemination through pamphlets, posters and social media. Those who had lost more than five dental elements, poorly adapted prostheses, severe periodontal disease, odontalgia or intra or extra-oral lesions that were capable of compromising masticatory function, other chronic painful disorders, food intolerances and other systemic conditions that were excluded were excluded. generate food restriction, women who abuse legal, illegal drugs and alcohol. For the diagnosis of TMD, the Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC / TMD) was used in its version translated and validated for the Portuguese language. The participants were selected according to the eligibility criteria and thus, allocated into three groups (control, myofascial pain and arthralgia) according to the RDC / TMD. To evaluate food consumption, filling in a food diary was used for 3 non-consecutive days, and the measurement of macro and micronutrients was performed using nutritional software (Avanutri Online) Pain sensitivity was measured collected through the Threshold of Pressure Pain (LDP) and Numerical Scale (EN) .. Data were subjected to statistical analysis with a 5% significance level (Kruskal-wallis test with Dunn's post-hoc test, T test for independent samples and correlation Spearman's). Results: Ninety women were selected and allocated to the three groups. Regarding age (control 31.40 ± 8.43; myofascial pain 30.35 ± 8.88; arthralgia 31.62 ± 11.50), Body Mass Index (BMI) (control 23.99 ± 3.64; myofascial pain 24.16 ± 3.44; arthralgia 24.34 ± 4.63), educational level and ethnicity, there was no statistically significant difference between the groups evaluated. The myofascial pain group showed reduced protein consumption (16.33 ± 2.54) (p = 0.006) and increased calcium (468.71 ± 206.07) (p = 0.033) compared to the control groups (19.20 ± 5.08; 337.76 ± 188.90) and arthralgia ( 20.96 ± 12.79; 413.71 ± 234.57); and the intake of vitamin B1 (p = 0.04), vitamin B2 (p = 0.007), iron (p = 0.01) and potassium (p = 0.04) correlated with reduced pain sensitivity. In the arthralgia group, the intake of folate (p = 0.03), sodium (p = 0.04) and selenium (p <0.05) correlated with reduced painful sensitivity, while the intake of lipids (p = 0.006) correlated with an greater painful sensitivity. Conclusion: Women with myofascial pain had reduced protein and increased calcium intake compared to healthy women and women with, and the intake of nutrients lipid, calcium, potassium, vitamin B1, iron, folate, sodium and selenium seem to be related to changes in the painful perception of women with TMD, however, further studies focusing on the role of nutrition in the pathophysiology of TMDs are needed.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDor Crônicapt_BR
dc.subjectTranstornos da Articulação Temporomandibularpt_BR
dc.subjectNutrientespt_BR
dc.subjectIngestão de Alimentospt_BR
dc.titleInfluência da ingestão de nutrientes e sua correlação com a sensibilidade dolorosa em mulheres com disfunção temporomandibular: estudo observacional do tipo caso controlept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrIntrodução: A Disfunção Temporomandibular (DTM) é um termo coletivo que engloba problemas clínicos envolvendo músculos mastigatórios, a Articulação Temporomandibular (ATM) e estruturas associadas. A dor é um dos sintomas mais frequentemente encontrados em indivíduos com DTM, e representa o principal motivo para busca por tratamento. Diante da experiência dolorosa ou limitação funcional, indivíduos acometidos podem apresentar alterações no seu padrão alimentar,, e consequente deficiência nutricional. Objetivo: avaliar a ingestão alimentar de macro e micronutrientes em mulheres com DTM e correlacioná-la a sensibilidade dolorosa. Metodologia: A amostra foi composta por mulheres com idade entre 18 e 55 anos, alfabetizadas, recrutadas dentre aquelas que buscavam atendimento no serviço de triagem odontológico da Universidade Federal do Ceará, bem como através de divulgação por meio de panfletos, cartazes e mídias sociais. Foram excluídas aquelas que apresentassem perda de mais de cinco elementos dentários, próteses mal adaptadas, doença periodontal severa, odontalgias ou lesões intra ou extra-orais capazes de comprometer a função mastigatória, outras desordens dolorosas crônicas, intolerâncias alimentares e outras condições sistêmicas que pudessem gerar restrição alimentar, mulheres que realizassem abuso de drogas lícitas, ilícitas e álcool. Para diagnóstico de DTM, utilizou-se o Research Diagnostic Criteria for Temporomandibular Disorders (RDC/TMD) na sua versão traduzida e validada para a língua portuguesa. As participantes foram selecionadas de acordo com os critérios de elegibilidade e alocadas em três grupos (controle, dor miofascial e artralgia) de acordo com o RDC/TMD. Para avaliação do consumo alimentar, utilizou-se preenchimento de diário alimentar, durante 3 dias não consecutivos, e a mensuração de consumo de macro e micronutrientes foi realizado utilizando-se um software nutricional (Avanutri ® Online). A sensibilidade dolorosa foi mensurada pela obtenção do Limiar de Dor à Pressão (LDP) e da Escala Numérica (EN). Dados foram submetidos a análise estatística com um nível de significância de 5% (teste de Kruskal-wallis com teste post-hoc de Dunn, teste T para amostras independentes e correlação de Spearman). Resultados: Noventa mulheres foram selecionadas e alocadas nos três grupos . Quanto à idade ( controle 31.40±8.43; dor miofascial 30.35±8.88; artralgia 31.62±11.50) , Índice de Massa Corporal (IMC) ( controle 23.99±3.64; dor miofascial 24.16±3.44; artralgia 24.34±4.63) , nível de escolaridade e etnia, não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos avaliados. O grupo dor miofascial apresentou consumo reduzido de proteínas(16.33 ± 2.54) (p=0,006) e aumentado de cálcio (468.71 ± 206.07) (p=0.033) em comparação aos grupos controle(19.20 ± 5.08; 337.76 ± 188.90) e artralgia (20.96 ± 12.79; 413.71 ± 234.57); e a ingestão de vitamina B1 (p=0.04), vitamina B2 (p=0.007), ferro (p=0.01), folato (p=0.01), e potássio (p=0.04) apresentaram correlação com sensibilidade dolorosa reduzida. No grupo artralgia, a ingestão de folato (p=0.03), sódio (p=0.04) e selênio (p < 0.05) correlacionaram-se com sensibilidade dolorosa reduzida, enquanto a ingestão de lipídeos (p=0.006) correlacionou-se a uma maior sensibilidade dolorosa. Conclusão: Mulheres com dor miofascial apresentaram ingestão reduzida de proteína e aumentada de cálcio em comparação a mulheres saudáveis e mulheres com artralgia, e a ingestão de nutrientes lipídeo, cálcio, potássio, vitamina B1, ferro, folato, sódio e selênio parecem estar relacionados com alterações na percepção dolorosa de mulheres com DTM, no entanto, mais estudos focando no papel da nutrição na patofisiologia das DTMs são necessários.pt_BR
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