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dc.contributor.advisorBenevides, Pablo Severiano-
dc.contributor.authorLeitão, Lucas Bezerra-
dc.date.accessioned2020-05-05T18:53:45Z-
dc.date.available2020-05-05T18:53:45Z-
dc.date.issued2020-
dc.identifier.citationLEITÃO, Lucas Bezerra. Dichavando o vício: drogas, alteridade e dominação. 2020. 190f. - Dissertação (mestrado)- Universidade Federal do Ceará, Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Fortaleza (CE), 2020.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/51569-
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectProibicionismo de drogaspt_BR
dc.subjectRacismopt_BR
dc.subjectColonialidadept_BR
dc.subjectGuerra às drogaspt_BR
dc.subjectVíciopt_BR
dc.titleDichavando o vício: drogas, alteridade e dominaçãopt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbrTomando como ponto de partida a impetuosidade pela qual a “Guerra às drogas” opera sobre as condições de vida e de subjetivação das periferias do capitalismo, especialmente do Brasil, o presente estudo se vale de uma revisão bibliográfica de inspiração foucaultiana para elucidar de que forma o conceito de vício foi, ao longo da história do Ocidente, constituído e reiteradamente acionado em diversos lugares e momentos por uma multiplicidade de saberes, como a Filosofia, a Teologia Cristã e a Psiquiatria, na empreitada de “produzir” as populações alvo de processos de dominação enquanto um “outro” da “civilização”, majoritariamente representado como selvagem, irracional e, portanto, passível de intervenções violentas e autoritárias. Ao situar as drogas enquanto ponto nodal entre os mundos civilizado e bárbaro em plena contemporaneidade, problematiza-se aqui o proibicionismo como uma atualização da mesma lógica de colonialidade que fundara a Modernidade, considerando-se que as vítimas de tal política são praticamente as mesmas de antes - as populações negras e indígenas - e que seus agentes (antes portugueses e espanhóis, hoje, estadunidenses) continuam a se beneficiar com a violência empreendida sobre estas, justificada por narrativas propriamente míticas que, sob a perspectiva aqui sustentada, orientaram a própria concepção de determinadas noções distintivas das sociedades europeias, como “civilização” e “racionalidade”, que, por sua vez, evidenciam que a rentabilidade da “Guerra às drogas” se deve ao fato de a mesma estar enraizada em questões próprias à gênese do pensamento ocidental - estrategicamente retomadas no século XX pelo neoliberalismo.pt_BR
dc.title.enUntangle the vice: drugs, alterity and dominationpt_BR
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