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dc.contributor.advisorBarbalho, Alexandre Almeida-
dc.contributor.authorOliveira, Bruna Luyza Forte Lima-
dc.date.accessioned2020-06-15T12:56:21Z-
dc.date.available2020-06-15T12:56:21Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Bruna Luyza Forte Lima. Histórias da terra e do mar: narrativas sobre resistência na comunidade Poço da Draga. 2018.142 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Federal do Ceará, Instituto de Cultura e Arte, Programa de Pós-graduação em Comunicação, Fortaleza, 2018.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/52369-
dc.description.abstract"Until the lions have their own historians, the hunting stories will continue to glorify the hunter." The ancient African proverb poses a nuisance: why are some stories legitimated as true and more prominent than others, constructing supposedly unique representations? This research aims to reflect the socioeconomic and epistemic subalternation process (SPIVAK, 2014) of the centenary Poço da Draga community, located on the seafront of the city of Fortaleza (CE), highlighting the impacts of this inequality on the territory. Low income area susceptible to urban recovery and land regularization, the community is invisible between cultural equipment and luxury trade in Praia de Iracema, suffering constant removal threats by the public authority and marginalization by other social actors. In a dialogue with the cartographic method, I search for narratives about the right to the city (HARVEY, 2012; ROLNIK, 2015) developed by resident's association ProPoço Movement and Velaumar NGO regarding this specific locality, expanding a theoretical debate concerning the webs of influence and powers on the production of urban space, oral histories (PORTELLI, 2016), local knowledge (MIGNOLO, 2003) and frontier thinking (id.) from a decolonial perspective. Finally, I discuss the contribution of this grammar of resistance conceived in Poço da Draga for the development of human urban planning (MIRAFTAB, 2016), that is, also carried out by socioeconomically vulnerable groups. Keywords: Decoloniality; Right to the City; Fortaleza; Narratives; Poço da Draga; Subalternity.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectDescolonialidadept_BR
dc.subjectDireito à cidadept_BR
dc.subjectFortalezapt_BR
dc.subjectNarrativaspt_BR
dc.subjectPoço da Dragapt_BR
dc.subjectSubalternidadept_BR
dc.titleHistórias da terra e do mar: narrativas sobre resistência na comunidade Poço da Dragapt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.description.abstract-ptbr“Até que os leões tenham seus próprios historiadores, as histórias de caçadas continuarão glorificando o caçador”. O antigo provérbio africano enuncia um incômodo: por que algumas histórias são legitimadas como verídicas e alcançam mais destaque do que outras, construindo representações supostamente únicas? Esta pesquisa tem como objetivo refletir sobre o processo de subalternização (SPIVAK, 2014) socioeconômica e epistêmica da comunidade centenária Poço da Draga, localizada na orla marítima da cidade de Fortaleza (CE), destacando os impactos dessa desigualdade sobre o território. Área de baixa renda suscetível de recuperação urbanística e regularização fundiária, a comunidade está invisibilizada entre equipamentos culturais e comércios luxuosos na Praia de Iracema, sofrendo constantes ameaças de remoção pelo poder público e marginalização por demais atores sociais. Em diálogo com o método cartográfico, pesquiso narrativas sobre direito à cidade (HARVEY, 2012; ROLNIK, 2015) elaboradas pelas organizações de moradores Movimento ProPoço e ONG Velaumar acerca da própria localidade, ampliando um debate teórico sobre as teias de influência e poderes na produção do espaço urbano, histórias orais (PORTELLI, 2016), saberes locais (MIGNOLO, 2003) e pensamento fronteiriço (id.) a partir de uma perspectiva descolonial. Abordo, por fim, a contribuição dessa gramática de resistência concebida no Poço da Draga para o desenvolvimento de um planejamento urbano humano (MIRAFTAB, 2016), ou seja, protagonizado também por grupos socioeconomicamente vulneráveis. Palavras-chave: Descolonialidade; Direito à Cidade; Fortaleza; Narrativas; Poço da Draga; Subalternidade.pt_BR
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