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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorFrança, Inacia Sátiro Xavier de-
dc.contributor.authorCoura, Alexsandro Silva-
dc.contributor.authorAlmeida, Paulo César de-
dc.contributor.authorPagliuca, Lorita Marlena Freitag-
dc.contributor.authorSousa, Francisco Stélio de-
dc.date.accessioned2014-04-02T15:15:17Z-
dc.date.available2014-04-02T15:15:17Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationFRANÇA, I. S. X. et al. Qualidade de vida em pacientes com lesão medular. Revista Gaúcha de Enfermagem (Online), v. 34, n. 1, p. 155-163, 2013.pt_BR
dc.identifier.issn1983-1447 On line-
dc.identifier.urihttp://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/7861-
dc.description.abstractIt was aimed to measure the quality of life of adults with spinal cord injury and identify domains that affect the quality of life of these individuals. Epidemiological study, conducted in 2007-2008 in Health Basic Units of Campina Grande/PB. There were 47 participants. It was used a questionnaire composed by: sociodemographic variables, etiology of injury; validated instrument to measure quality of life containing four domains: Physical Health, Environmental, Social Relationships and Psychological with their respective facets. The data collected were processed using descriptive and statistical analysis. The domains with lowest scores were: Environmental (55.20 points), Physical health (58.59 points). The facets that compromise the domains: mobility (55.3%), work capacity (55.3%), Financial resources (80.9%), Opportunities for acquiring new information and skills (51%), Participation in and opportunities for recreation/leisure activities (68.1%) and Sexual activity (34%). Results express the dissatisfaction of participants with quality of life. Nurses should contribute to rehabilitation and social reinsertion of those people, respecting their limitations, emphasizing the remaining potential and capacity for self-care.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisherRevista Gaúcha de Enfermagem (Online)pt_BR
dc.subjectPessoas com Deficiênciapt_BR
dc.subjectQualidade de Vida.pt_BR
dc.subjectMedula Ósseapt_BR
dc.titleQualidade de vida em pacientes com lesão medularpt_BR
dc.typeArtigo de Periódicopt_BR
dc.description.abstract-ptbrObjetivou-se medir a qualidade de vida de adultos com lesão medular e identificar os domínios que prejudicam a qualidade de vida desses sujeitos. Estudo epidemiológico, realizado no período 2007-2008, em Unidades Básicas de Saúde de Campina Grande/PB. Participaram 47 sujeitos. Utilizou-se questionário contendo variáveis sociodemográficas, etiologia da lesão; instrumento validado para medir qualidade de vida, contendo quatro domínios: Físico, Ambiental, Relações Sociais e Psicológico, com respectivas facetas. Os dados coletados foram processados por meio de análise descritiva e estatística. Domínios com menores escores: Ambiental (55,20 pontos); Físico (58,59 pontos). Facetas que mais comprometem os domínios: locomoção (55,3%), trabalho (55,3%), dinheiro (80,9%), informações (51%), lazer (68,1%); vida sexual (34%). Os resultados expressam a insatisfação dos investigados com a qualidade de vida. O enfermeiro deve contribuir para a reabilitação e reinclusão social da pessoa com lesão medular, respeitando suas limitações, enfatizando o potencial remanescente e a capacidade para autocuidado.pt_BR
dc.description.abstract-esSe objetivó medir la calidad de vida de adultos con lesión medular e identificar los dominios que afectan la calidad de vida de estos sujetos. Estudio epidemiológico realizado entre 2007-2008 en Unidades Básicas de Salud, Campina Grande/PB. Participaron 47 sujetos. Se utilizó cuestionario conteniendo variables sociodemográficas, etiología de la lesión; instrumento validado para medir la calidad de vida conteniendo cuatro dominios: Físico, Medio Ambiental, Relaciones Sociales, Psicológicas, con respectivas facetas. Los datos recolectados fueron procesados por medio de análisis descriptivo y estadístico. Los dominios con puntuaciones más bajas: Medio Ambiente (55,20 puntos); Físico (58,59 puntos). Facetas que más comprometen los dominios: locomoción (55,3%), trabajo (55,3%), dinero (80,9%), información (51%), recreación (68,1%); vida sexual (34%). Los resultados expresan insatisfacción de los investigados con la calidad de vida. Enfermeros deben contribuir con rehabilitación, reinserción social de estas personas respetando sus limitaciones, haciendo énfasis al potencial restante y capacidad por el mismo cuidado.pt_BR
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