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http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/12784| Tipo: | Artigo de Periódico |
| Título: | O tempo que cura |
| Autor(es): | Mota, Maria Elisabeth de Albuquerque |
| Palavras-chave: | Tempo que cura;Poema;Poema de Adélia |
| Data do documento: | 2003 |
| Instituição/Editor/Publicador: | www.revistapsicologia.ufc.br |
| Citação: | MOTA, Maria Elisabeth de Albuquerque. O tempo que cura. Revista de Psicologia, Fortaleza, v.21, n.1/2, 2003, p.111-115. |
| Resumo: | O poema de Adélia é como a Rosa de Dali que ao pairar suspensa no ar, medita, rosa vermelha desabrochada, porém calada; dispensou talos, folhas e até raízes, flutuando no espaço como se quisesse dizer que a salvação vem dali. Gosto da Rosa de Dali e do nome de Adélia por me lembrarem do enigma do tempo. Uma rosa que não está plantada na terra, não compõe um buquê, mas se implanta no céu e permanece muito viva desprezando o tempo que passa para realizar seu sonho de borboleta e voar, ela parece querer um novo nome e até, antes do nome, poderia estar. Antes do nome, antes da palavra, antes da escrita é o tempo do caos diz Adélia. Freud dizia que o tempo da interpretação é como o momento preciso em que o leão de um só golpe salta sobre a presa. Com Adélia dizemos, interpretar em tempo é como pegar um peixe com a mão. |
| URI: | http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/12784 |
| ISSN: | 2179-1740 (online) 0102-1222 (impresso) |
| Tipo de Acesso: | Acesso Aberto |
| Aparece nas coleções: | DPSI - Artigos publicados em revistas científicas |
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