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Título: As cores do silêncio: habitus silencioso e apropriação de pintura em Fortaleza (1924-1958)
Título em inglês: Les couleurs du silence: habitus silencieuse et appropriation de peinture à Fortaleza (1924-1958)
Autor(es): RODRIGUES, Kadma Marques
Orientador(es): HENRIQUES, Júlia Maria Pereira de Miranda
Palavras-chave: Habitus artístico
Arte e sociedade
Pintura
Silêncio (Filosofia)
Pintura - Apreciação - Ceará - 1924-1958
Pintura brasileira - Ceará - Exposições - 1924-1958
Pintores - Ceará - 1924-1958
Pintura moderna - Ceará - 1924-1958
Arte e sociedade - Ceará - 1924-1958
Crítica de arte - Ceará - 1924-1958
Arte - cobertura jornalística - Anos 1920
Habitus artistique
Art et societé
Peinture
Data do documento: 2006
Editor: http://www.teses.ufc.br
Citação: RODRIGUES, K. M. ; HENRIQUES, J. M. P. M. (2006)
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo principal problematizar a formação do habitus silencioso do público cultivado diante de pinturas como índice de autonomização do campo artístico, no domínio da pintura, na Fortaleza da primeira metade do século XX (1924-1958). Para tanto, a disposição silenciosa de um público cultivado particular, o qual estrutura suas categorias de percepção estética mediante familiaridade com o escrito, passa a ser entendida como manifestação do “olhar puro” de um público “civilizado”, de gestos contidos, cuja individualidade é valorizada no âmbito de um processo mais amplo de modernização urbano-industrial e modernismo cultural. É por meio de uma metodologia tríplice de análise que considero como fatores condicionantes da formação do habitus silencioso do público de pintura na capital cearense: 1) a produção da crítica de arte veiculada pelo jornalismo cultural da década de 20; 2) mudanças estruturais na organização de lugares de exposição nas décadas de 20 e 30; e 3) transformações formais das obras expostas ao longo das décadas de 40 e 50 no salão mais tradicional de Fortaleza – o Salão de Abril, mantido nesse período pela Sociedade Cearence de Artes Plásticas (SCAP). Concluo, portanto que o silêncio desse público integra uma série de experiências que se desenvolvem ao longo de gerações a fim de delinear a dinâmica de autonomização do campo artístico, tal como o conhecemos hoje.
Descrição: RODRIGUES, Kadma Marques. As cores do silêncio: habitus silencioso e apropriação de pintura em Fortaleza (1924-1958). 2006. 230f. Tese (Doutorado em Sociologia) – Universidade Federal do Ceará, Departamento de Ciências Sociais, Programa de Pós- Graduação em Sociologia, Fortaleza-CE, 2006.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/1289
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