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Title in Portuguese: Vildagliptina e gliclazida na resposta glicêmica, nos marcadores de inflamação e de estresse oxidativo em DM2 inadequadamente controlados com metformina
Title: Vildagliptin and Gliclazide on glycemic response, in markers of inflammation and oxidative stress in type 2 diabetes inadequately controlled with metformin
Author: Cavalcante, Lilian Loureiro Albuquerque
Advisor(s): Hissa, Miguel Nasser
Keywords: Diabetes Mellitus Tipo 2
Gliclazida
Glicemia
Issue Date: 2015
Citation: CAVALCANTE, Lilian Loureiro Albuquerque. Vildagliptina e gliclazida na resposta glicêmica, nos marcadores de inflamação e de estresse oxidativo em DM2 inadequadamente controlados com metformina. 2015. 109 f. Dissertação (Mestrado em Cirurgia) – Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, 2015.
Abstract in Portuguese: Diabetes Mellitus apresenta um estado inflamatório silencioso basal e de elevado estresse oxidativo intrinsecamente relacionados com as complicações da doença. Estudos recentes evidenciam ações anti-inflamatórias e redutoras de estresse oxidativo, independentes do efeito glicêmico, com uso da terapia incretínica. No presente estudo, objetivou-se avaliar a resposta da gliclazida, sulfoniluréia de segunda geração, e da vildagliptina, inibidor da DPP-4, na resposta glicêmica, nos marcadores inflamatórios e de estresse oxidativo em diabéticos tipo 2 não controlados com metformina. Trata-se de um estudo clínico, prospectivo, randomizado, aberto e comparativo com 35 pacientes e com duração de 22 semanas. Dezoito pacientes utilizaram gliclazida MR, 60-120mg/dia, e 17 pacientes fizeram uso da vildagliptina, 100mg/dia. Glicemia de jejum e pós-prandial, HbA1c, insulina, glucagon, GLP-1, HOMA-IR, marcadores solúveis de adesão celular (VCAM, ICAM e E-selectina), marcadores inflamatórios (TNF-alfa, IL-6 e PAI-1) e marcadores de estresse oxidativo (TBARS e TAOS) foram aferidos ao início e ao término do estudo. O estudo foi composto por 51,4% pacientes do sexo masculino e a média de idade foi de 56,9 ± 10.0 anos. Não se observou diferença estatística ao final do estudo no peso e no IMC, porém houve variação positiva nas médias do peso e IMC encontradas no grupo usuário de gliclazida (+ 1,4kg e + 0,6kg/m2, respectivamente) e variação negativa no grupo usuário de vildaglitpina (-0,6Kg e -0,3Kg/m2, respectivamente). Houve melhor controle da glicemia de jejum e pós-prandial no grupo da gliclazida (pajustado< 0,001 e = 0,008, respectivamente) e as duas drogas apresentaram melhora semelhante da glicada (p=0,068). A sE-selectina foi o único marcador que apresentou declínio significante e apenas intragrupo na vildagliptina (p=0,009). A insulina reduziu de forma significante a favor do grupo da vildagliptina (23,4 ± 11,1 vs 17,8 ± 11,9µU/ml, pajustado=0,020) e o glucagon também (77,7 ± 44,0 vs 46,4 ± 31,7pg/ml, pajustado=0,012). Houve elevação significante do GLP-1 intragrupo na vildagliptina (p=0,028) e declínio significante do HOMA intragrupo na vildagliptina também (p=0,003). O PAI-1 não apresentou alterações significantes no estudo; o TNF-alfa reduziu significativamente intragrupo em ambos os tratamentos (3.9 ± 0.7 to 3.5 ± 1,1pg/ml, p= 0,006, grupo da gliclazida, e 3.6 ± 1.2 to 3.0 ± 1,5pg/ml, p<0,001, grupo vildagliptina), com significância intergrupo favorecendo a vildagliptina (pajustado=0,001). A IL-6 teve elevação não significante no grupo gliclazida e redução também não significante no grupo da vildagliptina. O TBARS apresentou melhora em ambos os grupos, com significância na vildagliptina tanto intragrupo (9,1 ± 1,6 para 8,0 ± 0,7 nmol/MDA/ml), p= 0,039), quanto intergrupo (8,4 ± 0,9 vs 8,0 ± 0,7 nmol/MDA/ml, pajustado <0,001, gliclazida e vildagliptina respectivamente) e o TAOS apresentou elevação não significativa nos dois grupos. Gliclazida apresentou melhor resposta nas glicemias de jejum e pós-prandial e as duas drogas melhoraram a glicada de forma semelhante. Vildagliptina obteve melhora glicêmica com menor necessidade de insulina e com menor HOMA-IR e foi mais efetiva em reduzir a inflamação e em melhorar o estresse oxidativo.
Abstract: Diabetes mellitus has a latent baseline inf lammatory status and high oxidative stress that are intrinsically related to complications of the disease. Recent studies have shown anti - inflammatory actions and reducing oxidative stress, independent of glycemic beneficial effect, using incretin based th erapy. The present study aimed to evaluate and compare the response of gliclazide, second - generation sulfonylurea, and vildagliptin, DPP - 4 inhibitor, in the inflammatory markers and in the oxidative stress in type 2 diabetic patients inadequately controlle d with metformin. T his is a clinical prospective, randomized, open - label , comparative study with 35 patients with 22 weeks duration Eighteen patients were given gliclazide MR , 60 - 120mg/day , and 17 patients used the vildagliptin, 100 mg/day. Fasting and pos tprandial, HbA1c, insulin, glucagon, GLP - 1, HOMA - IR, soluble markers of cell adhesion (VCAM, ICAM and E - selectin), inflammatory markers (TNF - alpha, IL - 6 and PAI - 1) and of oxidative stress (TBARS and TAOS) were measured at the beginning and at the end of th e study. The study was undertaken by 51.4% of males and the average age (years) of participants was 56.9 ± 10.0. No statistical difference was observed at study in weight and BMI, but there was a positive change in mean weight and BMI found in the gliclazi de group (+ 1.4kg and + 0.6kg/m 2 , respectively) and negative change in the vildagliptin group ( - 0,6Kg and - 0,3Kg/m 2 , respectively). There was better control of fasting and postprandial glycemia in the gliclazide group ( ajusted p <0.001 and = 0.008, respecti vely) and both drugs showed similar improvement in glycated (p = 0.068) . The sE - selectin was the only marker that showed a significant decrease and was only intragroup (p = 0.009, vildagliptin group). Insulin significantly reduced in favor of the vildaglip tin group ( 23,4 ± 11,1 vs 17,8 ± 11,9 μ U/ml , ajusted p = 0.020) and also glucagon (77.7 ± 44.0 vs 46, 4 ± 31.7, ajusted p = 0.012). There was a significant increase of GLP - 1 in the vildagliptin intragroup (p = 0.028) and a significant decline in HOMA also in the vildagliptin intragroup (p = 0.003). The PAI - 1 did not show significant changes in the study; TNF - alpha was significantly reduced in both intragroup treatments (3.9 ± 0.7 to 3.5 ± 1,1pg/ml, p = 0.006, gliclazide group and 3.6 ± 1.2 to 3.0 ± 1,5pg/ml, p <0.001, vildagliptin) group, with intergroup significance favoring vildagliptin ( ajusted p = 0.001). The IL - 6 had no significant increase in the gliclazide group and also not significant reduction in the vildagliptin group. The TBARS showed improvement in both groups, with significance in the vildagliptin intragroup (9.1 ± 1.6 to 8.0 ± 0.7 nmol/MDA /ml), p = 0.039), and intergroup significance favoring vildagliptin (8.4 ± 0 9 vs 8.0 ± 0.7 nmol/MDA/ml, ajusted p <0.001, gliclazide and vildagliptin, respective ly) and the TAOS also showed improvement in both groups, but not statistically significant. Gliclazide showed better response in fasting and postprandial glycemia and both drugs improved similarly glycated. Vildagl iptin improves glycemic control with less need for insulin and lower HOMA - IR and was more effective in reducing inflammation and improving oxidative stress.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/14021
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