Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17945
Título: Uma barragem contra o gozo mortífero: a escrita de Marguerite Duras entre o amante e a mãe
Autor(es): LIGEIRO, Vivian Martins
Palavras-chave: Devastação
Catástofre
Mãe
Amante
Marguerite Duras
Data do documento: 2015
Editor: Revista de Psicologia
Citação: LIGEIRO, V. M. (2015)
Resumo: O trabalho tem como objetivo discutir os conceitos de “Catástrofe” e “Devastação”, empregados por Freud e Lacan, respectivamente, para nomear a relação ambivalente entre a mãe e a filha, da qual o parceiro amoroso é herdeiro. Lançaremos mão da produção literária de Marguerite Duras, sobretudo de sua obra “O amante” a fim de facilitar a elucidação e a transmissão de tais conceitos. Nessa perspectiva, desejamos também empreender um breve comentário acerca do gozo feminino, do amor e da morte, evocados neste romance de Duras.
Abstract: The work aims to discuss the concepts of “disaster” and “devastation”, employed by Freud and Lacan, respectively, to name the ambivalent relationship between mother and daughter, which the loving partner is heir. We consider the literary production of Marguerite Duras, especially her work “The Lover” in order to facilitate the elucidation and the transmission of such concepts. From this perspective, we also wish to undertake a brief comment about the female joy, love and death, evoked in this novel by Duras.
Descrição: LIGEIRO, Vivian Martins. Uma barragem contra o gozo mortífero: a escrita de Marguerite Duras entre o amante e a mãe. Revista de Psicologia, Fortaleza, v. 6, n. 2, p. 90-94, jul./dez. 2015.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17945
ISSN: 2179-1740(online)
0102-1222(impresso)
Aparece nas coleções:DPSI - Artigos publicados em revistas científicas

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2015_art_vmligeiro.pdf269,85 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.