Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://repositorio.ufc.br/handle/riufc/9242
Tipo: Artigo de Evento
Título: Modelagem discreta de aquíferos fissurais
Autor(es): Braga, Luana Acário Gaspar
Santos, José Sérgio dos
Pitombeira, Ernesto da Silva
Palavras-chave: Conectividade;Aqüifero fissural;Transmissividade
Data do documento: 2009
Instituição/Editor/Publicador: Congresso de Pesquisa e Inovação da Rede Norte Nordeste de Educação Tecnológica
Citação: BRAGA, L. A. G.; SANTOS, J. S.; PITOMBEIRA, E. S. Modelagem discreta de aquíferos fissurais. In: CONGRESSO DE PESQUISA E INOVAÇÃO DA REDE NORTE NORDESTE DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA, 4., 2009, Belém. Anais... Belém: CONNEPI, 2009.
Resumo: A geologia do Nordeste brasileiro, mais especificamente do Ceará, é quase que completamente formada pelo embasamento cristalino. Os aquíferos presentes neste tipo de formação caracterizam-se pela forma descontínua de armazenamento. Neles, a água é armazenada e escoa através das fraturas presentes na rocha. Contudo, para que haja escoamento é preciso que existam ligações físicas entre as fraturas. Existindo as conexões, as fraturas atuam como condutos que transportam a água dos reservatórios até os poços perfurados na formação. Este estudo tem como objetivo analisar a influência da geometria das fraturas na conectividade do meio fraturado. Para alcançar os objetivos utilizou-se um modelo de Pitombeira (1994) desenvolvido por Santos (2008) de escoamento de água subterrânea em meio fraturado para se analisar quais os fatores mais importantes a provocarem a existência destas conexões e na transmissividade. Os resultados indicaram que a freqüência, o comprimento e a orientação das fraturas, influenciam na conectividade do meio. Sistemas com grande freqüência de fraturas exibem melhor conectividade que sistemas com poucas fraturas. Sistemas com fraturas longas estão melhor conectados que sistemas com fraturas curtas e sistemas com grande desvio padrão na orientação das fraturas possuem melhor conectividade que sistemas de fraturas paralelas. A partir dos resultados obtidos nesse trabalho pode-se afirmar que o comprimento é o fator que mais influencia nas conexões de fraturas e, portanto, no número de cruzamentos. Concluiu-se também que, poucas fraturas longas podem criar um melhor caminho para escoamento do que muitas fraturas curtas e que em sistemas com maior abertura possuem melhor transmissividade.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/9242
Aparece nas coleções:DEHA - Trabalhos apresentados em eventos

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
2009_eve_espitombeira_modelagem_discreta.pdf1,66 MBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.