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Título: A invenção do saber
Autor(es): MOURÃO, Gerardo Mello
Palavras-chave: Quando, onde, como e por que
Saber
Historiadores
Tempo mítico
Tempo auroral
Data do documento: 1982
Editor: Revista de Letras
Citação: MOURÃO, G. M. (1982)
Resumo: Em princípio e afinal, que é o saber? Quando, onde, como e por que sua invenção incorporou-se à história do mundo como a mais fascinante e a mais perigosa das aventuras ousadas pelo homem? A história, como caminho para o passado, isto é, para as fontes inaugurais de nossa pobre e estupenda raça planetária, é apenas um beco sem saída. Os próprios historiadores sabem disso. Quando não conseguem dar mais um passo, no limiar dos caminhos imemoriais, costumam dizer que, daí para lá, as coisas "se perdem na noite dos tempos". Não é, pois, a história que nos há de ajudar, mas exatamente esse denso espaço de mistérios aonde não entram os historiadores - a noite dos tempos. É dentro dela, de resto, que nasce o tempo histórico. Para lá dele - "ailleurs" - ... "irgendwo" - situa-se o tempo mítico, o tempo auroral do ser e do existir do homem.
Descrição: MOURÃO, Gerardo Mello. A invenção do saber. Rev. de Letras, Fortaleza, v. 5, n. 2, p. 7-22, jul./dez. 1982.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17292
ISSN: 0101-8051
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