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Título: Luciano Maia e a luz do poema
Autor(es): AZEVEDO, Sânzio de
Palavras-chave: Luciano Maia
Poema
Poesia moderna e tradicional
Data do documento: 1986
Editor: Revista de Letras
Citação: AZEVEDO, S. (1986)
Resumo: TEMPO houve em que, para muitos, a diferença entre poesia moderna e tradicional (como se existisse uma tradição que englobasse todas as poéticas do passado) estava no fato de o verso ser medido ou livre. Havia então duas facções que tentavam deglutir-se antropofagicamente: a dos que só viam poesia nos versos medidos e rimados e achavam que verso Jivre é coisa de quem não é poeta, e a outra, dos que julgavam que arte era o verso livre, e que para fazer um soneto bastavam as regras dos tratados. Esqueciam os primeiros que não é o metro que faz o poeta (ver Aristóteles), e os segundos, que da imensa chusma de versejadores nacionais ficaram poucos grandes poetas, e um deles não foi certamente o autor da Arte de Fazer Versos (1912) ... A chamada Geração de 45, tão atacada por alguns setores da Crítica (os saudosistas de 22), teve entre outros o mérito de repensar a forma poética ou poemática, e hoje podemos concluir que tanto existem sonetos rigorosamente rimados e metrificados e absolutamente modernos, como poemas sem rima e em verso livre, mas com um discurso nitidamente clássico, ou pior, obsoleto ...
Descrição: AZEVEDO, Sânzio de. Luciano Maia e a luz do poema. Rev. de Letras, Fortaleza, v. 11, n. 2, p. 224-227, jul./dez. 1986.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/17305
ISSN: 0101-8051
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