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Título: O saí e a serpente: diálogos entre José de Alencar e Pinheiro Chagas
Autor(es): RIBEIRO, Maria Aparecida
Palavras-chave: Literatura brasileira - Séc. XIX
Alencar, José de, 1829-1877 - Crítica e interpretação
Literatura brasileira - Crítica e interpretação
Literatura brasileira - Séc. XIX - Críticos – Portugal
Data do documento: 2009
Editor: Revista de Letras
Citação: RIBEIRO, M. A. (2009)
Resumo: Quando José de Alencar, oito anos depois do sucesso de O guarani, lançou, em 1865, a sua Iracema, que também logo se tornou popular, despoletou uma série de críticas por parte de brasileiros puristas e classicizantes, como Antônio Henriques Leal, e de alguns portugueses, entre os quais aquele “homem fatal” , que, estando na origem de uma das grandes polêmicas do Romantismo português, seria presença assídua na oposição à carreira literária de Eça de Queirós — Pinheiro Chagas. Em função dessas críticas, muita tinta correu — e por muito tempo — de um lado e doutro do Atlântico. Os motivos não foram apenas questões linguísticas; houve também razões pessoais e políticas. Numa das respostas a seus críticos, Alencar escreveria, em 1874: “[...] serão os escritores portugueses que se afeiçoarão ao nosso estilo, para serem entendidos do povo brasileiro, e terem esse mercado em que se derramem” (Alencar, 1965: 240).(...)
Descrição: RIBEIRO, Maria Aparecida. O saí e a serpente: diálogos entre José de Alencar e Pinheiro Chagas.Revista de Letras, Fortaleza, v. 1, n. 29, pt. 2, p. 75-82, 2009.
URI: http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/873
ISSN: 01018051
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